Colunas Diginet
Rodolfo Alves

Rodolfo Alves - alves.rodofito@gmail.com

Publicitário, Esp. em Gestão Pública e Produtor Cultural. Seu modo de fazer - textos curtos, críticos, bem humorado e de fácil entendimento.

Resposta aos comentários Lixo musical: Made in Salvador

segunda-feira, 8/fevereiro/2010

Olá leitores,

Alguns esclarecimentos:

Tentarei responder a todos os comentários nesse único texto. Fico satisfeito por conseguir gerar uma discussão (pena que nem todos os comentaristas opinaram de madeira saudável e respeitosa), apaguei se não me engano dois comentários por ter sido ofendido com palavras de baixo calão.

Outra questão que gostaria de esclarecer é que o espaço da Diginet (O conteúdo das colunas não reflete necessariamente a opinião da Diginet.) é uma página de opinião e nenhum colunista ganha para escrever.

E por último eu não sou jornalista, apesar de ser formado e atuar na área de comunicação e ser bacharel em comunicação social minha Habilitação é em Publicidade e Propaganda e como escrito no meu perfil sou Esp. em Gestão Pública e Produtor Cultural conheça meu site (www.agendapotiguar.net).

Respostas aos comentários:

Realmente Marcos L. tem razão geralmente o AXÉ sempre é quem paga o pato. Como ele mesmo disse as “bandinhas” de “forró” se é que podemos chamar RED LABEL ou ICE, chupa que de uva… de forró, vem sofrendo do mesmo mau (deturpação e vulgaridade). O mesmo Marcos L. respondeu ao concluir que o problema cultural é nacional!

“O problema cultural é nacional!” esse é o motivo do artigo Lixo musical: Made in Salvador. Em momento nenhum o artigo foi uma ofensa a Bahia/salvado e sim uma referencia de origem da musica.

Concordo com Batata o assunto é muito amplo e lixo musical é o que não falta no Brasil. E assim como Thaís, confesso que adoro forró e também ouço MPB (Caetano Veloso e João Gilberto são baianos) e não sou um poço de cultura, mas, tenho opinião formada e tento não sofrer alienação da mídia.

Também não sou baiano e respeito todos os rítimos brasileiros, mas temos sim muito lixo musical. Estamos cansados de ver “bandas” de uma musica só que nem serve para reciclagem. Não estou defendendo o fim do AXÉ, mas não podemos aceitar que a musica Baiana nem a Brasileira seja lembrado lá fora como algo tão limitada.

Sobre a vulgaridade e pobreza das letras de o leitor Daniel foi feliz em seu comentário. “… imagine sua filha linda de 3 anos dançando na boca da garrafa (axé) ou então essas músicas maravilhosas(kkkk) do grafite que fica falando de calcinha e baixarias, etc… me digam crianças ouvindo isso vão ser o que guando crescerem??? hã?? essa é a imagem que o Brasil passa p/ o povo Europeu… graças a essas letras lindas que tocam sem parar de casa em casa, em todas as rádios…isso sim deveria ser levado em conta….o que essas letras rídiculas podem causar na infância de uma criança…”

Todo Brasil sofre com o turismo sexual (também infantil) por conta da forma que nosso País e nossas cidades são vendidas lá fora. Sem fala das mulheres que é trata de maneira tão vulgar…

O leitor Paulo Ricardo tem toda razão gosto é gosto. Porém, o fato que nosso colega não consegue imaginar já ocorreu os foliões na rua cantando em alto e bom som “Gosto muito de te ver, leãozinho”. Aprova que Salvador não precisa fabricar musicas apelativas e vulgares, a Bahia e o estado do Brasil mais rico musicalmente sem sombra de duvidas.

Como Mari Alencar mesmo disse estudei sim sobre indústria cultural e tudo mais e por isso estou opinando e debatendo sobre o assunto. Esse tipo de musica como citado acima até por outros leitores influência na educação e formação das crianças do nosso país.

Parafraseando Déu Tosta só para constar quero agradecer a todos os leitores e comentaristas em especial ao próprio Déu Tosta o leitor e comentarista mais inflamável no qual desejo um pouco mais de controle nos comentários. Fui ofendido varias vezes por vários elogios de baixo calão, no qual fui obrigado a apagar em consideração aos outros leitores.

Quanto a ser desconhecido e cheio de graduações nem tanto. Déu Tosta não respeitou meu direito de liberdade de expressão classificando de (matéria burra), com o protesto do direito de poder discordar me acusou de preconceituoso e injúrias (um crime que consiste em ofender verbalmente, por escrito ou até fisicamente (injúria real), a dignidade ou o decoro de alguém, ofendendo a moral, …).

Como Déu Tosta destacou a Bahia é abençoada por ter Raul (o pai do rock brasileiro), Caetano (pela maior contribuição política e cultural “tropicália”), Gilberto Gil, João Gilberto (grande nome da Bossa Nova) e muitos outros. Como o mesmo Déu Tosta disse não tem espaço para enumerar os ícones Baianos.

Em momento algum tive a intenção de atingir o estado da Bahia ou a cidade de Salvador, quis sim colocar em discussão a repercussão das musicas que compõe nossa cultura musical.

Att,

Rodolfo Alves
MSN: rodolfoauvis@hotmail.com
SITE: www.agendapotiguar.net
BLOG: www.blogdogaladinho.net

34 comentários

  • Déu Tosta : -

    Meu feio amigo jornalista… não quis em momento algum usar de “baixaria” nem ofender a sua pessoa, como pessoa, e sim, reclamar o seu preconceito (continuo nisso porque se chama algo ou alguem de LIXO está inferiorizando e denegrindo essa coisa ou pessoa), que por sinal, o meu contra-ataque foi justo, porque nao usei em momento algum de palavras de baixo calão… o seu direito de liberdasde de expressão foi mantido, desde que, eu nao tenho autonomia para retirar essa matéria, nem o faria se eu pudesse (como voce mesmo fez com meus comentários, covardemente privando outras pessoas de lê-los, muita gente ficará curiosa)… Bem, findo a minha saga pela defesa da LIBERDADE DE EXPRESSÃO na música baiana, ou de qualquer outro lugar, pedindo desculpas a esse frágil jornalista e dizendo que em momento nenhum quis rebaixa-lo como pessoa, e alias, terei o maior prezer em conhece-lo um dia para que discutamos mais sobre estes assuntos… abraço!

  • Gustavo Ribeiro : -

    Caro Rodolfo,

    Acho quer o perfil de colunista, não só desse site mas de qualquer meio de comunicação, é de uma pessoa que geralmente é culta e que tem seus gostos musicais baseados na produção intelectual de outras pessoas consideradas também cultas.

    O fato é que, dificilmente verei um colunista defendendo forró, defendo axé ou outros ritmos preferidos da atual massa ouvinte. O colunista tem que sempre dar o grito da minoria, que se sente menosprezada e dai vem o desejo de “gritar”. Acho que se a a maioria da massa ouvinte ouvisse Caetano não estaríamos aqui criticando a minoria ouvinte da Ivete Sangalo.

    O que hoje é colocado como “música de verdade” já teve sua época popular, ou seja, o que a maioria ouvia e COMPRAVA era Caetano, era Gil e etc. Já ouvi, numa roda de pessoas mais antigas conversando, que Fágner virou brega com sua música “Borbulhas de Amor” comparando até com Amado Batista…Fágner é brega ?

    E os que gostam das “Seresta” também chamadas de músicas Bregas…também são amplamente rechaçados, só por que a música deles falam de amor, de sofrimento e etc.

    Os que gostam de Sertanejo, também são amplamente rechaçados, pois falar do campo e da vida de vaqueiro, não é digamos, culto.

    Os que gostam de rap…seriam oq ? marginais ? Só por que o MC não teve instrução suficiente para declamar palavras difíceis, que só uma pessoa letrada conseguiria entender ?

    E se falarmos do metal…bandas que no refrão soltam “grunidos”?

    Enfim, o que concluímos no pensamento da maioria dos artigos que falam de música, dos colunitas que querem criticar música bahiana, nordestina e etc, é que só MPB presta e somente presta por que a música diz algo, passa um significado. Então o que falarmos de Tom Zé que tem muitas músicas que a letra as vezes não tem pé nem cabeça ? Músicas que a letra basicamente são interjeições ao longo dela toda ? O que falarmos das músicas de duplo sentido de Raul ? Ou ninguém sabe o que ele quer dizer sobre a “Cobra e a aranha” ? Raul pode, Tom Zé pode, mas o cantor de axé/forró/(insira aqui o ritmo que você odeia) não pode fazer uma música que não tem sentido ou que tem duplo sentido ? Por que se for Tom Zé ou Raul é arte, mas se for ao ritmo de axé não pode.

    Chico Buarque, em um momento de uma entrevista, falando sobre a tradução para outras línguas de letras/obras tinha dificuldade de saber o que realmente quis dizer nas suas letras: “Mas você quis dizer exatamente o que com isso, com essa palavra?”, e, como já passou um bom tempo, você mesmo fica se perguntando: Mas o que será que eu quis dizer com essa palavra?

    Enquanto isso, os cultos ficam divagando sobre o significado da sua letra, enquanto o próprio autor não sabe nem o que quis dizer quando escreveu.
    fonte:http://www.chicobuarque.com.br/texto/entrevistas/entre_ocas_240704.htm

    Eu não sou defensor de A ou B, ainda bem, sou uma pessoa que tem o ouvido aberto a qualquer coisa, e seleciono pra minha “playlist” o que me agrada e não obedecendo critérios de quantidade instrumentos, números de acordes, letra gramaticalmente e ortograficamente correta e etc. Ou acho besteira ficar divagando sobre coisas que você não gosta….se você quer contribuir tanto para aquilo que gosta, ajude e não derrube o que os outros fazem…se fossemos juntar todas as pessoas que criticam o axé/forró/outros ritmos em torno de fazer/organizar um festival musical sobre a música que eles gostam eu digo com toda certeza que seria muito mais benéfico a todos, pois estaria trazendo a oportunidade de outras pessoas ouvirem o que você considera o “cálice de ouro da música”

    Finalizando…Parangolé não faz música para os críticos…eles fazem para VENDER, fazer dinheiro….é isso que sustenta Caetano, Gil e outros magos da MPB, ou na década de 60 eles davam de graça os LPs ? Capitalismo pessoal…por favor eihn!

  • amauri : -

    Caro colunista não leve em consideração as “opiniões” inflamadas do caricato Déu bosta…..uma pessoa que defende o “rock” da Pitty com tanta força não tem muito a acrescentar…¬¬

  • amauri : -

    Ah…não esqueçamos: música é muuuuuuito mais do que apenas letra.Belas melodias, harmonias, contrapontos,mudanças de tempo e(principalmente) o tão esquecido: sentimento.Esses são fatores primordiais pra algo ser levado a sério;quer seja metal(que amo), pop, forró, mpb,new age, rock progressivo, etc. Os mestres Mozart, Wagner,Chopin, Bach expressavam seus sentimentos não só pelas letras, mas pela MÚSICA, como um todo.

  • Marcus Vinicius : -

    Quanto ódio em seus corações. Acho que temos que ir com calma. Com certeza o texto soou preconceituoso quando ele chama de lixo a música de um determinado gênero. Da mesma forma que me pareceu preconceito o comentário do amigo lá em cima quando ele rotula as pessoas entusiastas de um rock mais pesado de drogados. Sou profissional da área de saúde e garanto que gosto por drogas não depende em nada do gosto musical. Na minha opinião o autor tem razão quando diz que o axé ou samba-reggae ou swingueira(não necessariamente oriundo do estado da Bahia) perdeu a sua essência que era destacar a cultura negra africana, e passou a abordar temas banais e algumas vezes vulgares. Eu pessoalmente admiro bandas como Reflexus, Mel, Cheiro de amor, etc. Mas como tudo hoje sofre influências financeiras, os artistas se vêem com a necessidade de fazer músicas de refrão “pegajoso” e algumas vezes até vulgar, para venderem mais seus shows. Acho que só vende por que a maioria das pessoas preferem assim. Sinceramente eu não acho que a imagem do verão tenha que vir atrelada a vulgaridades. Afinal de contas ritmo e letra são coisas diferentes. E aí podemos destacar vários outros gêneros musicais que vivem situações semelhantes, como o pagode, o forró, o funk, o rock, a MPB, e por aí vai. No final das contas, são só pessoas querendo ganhar dinheiro, como eu e como todos vocês. Quem quiser que compre. Um abraço a todos.

  • amauri : -

    Reflexus, banda mel antiga, banda cheiro antiga entre outras tinha “conteúdo” em suas letras e talz. Era o chamado Samba reggae,lembram? depois convertido no famigerado axé. O que me dá NOJO mesmo são os imbecis que tentam defender com unhas e dentes grupelhos musicais que abordam tanto nas letras quanto nas coreografias o sexo de forma extremamente grosseira e banal. O pior é que esses LIXOS tocam em qualquer horário no rádio e na TV pra qualquer criança ou pré-adolescente assistir/ouvir e se influenciar.Devia ser crime já que se fala tanto em pedofilia nos tempos de hoje….¬¬

  • Rodolfo Alves : -

    Déu Tosta,

    Meu amigo, eu não sou feio (ofensa a minha pessoa) apenas não tenho carro kkkk… e eu não sou jornalista kkk… talvez a única atitude preconceituosa de minha parte tenha sido a escolha do título, que acabou caindo como uma luva pois provocou uma discussão quase sempre saudável. Vamos sim marcar nosso encontro para uma mesa redonda.

  • Fernada : -

    Eu continuo achando que…

    “Ô Rebolation é bom bom
    O Rebolation é bom bom bom
    Se você fizer fica melhor”

    Bom Carnaval! E vários “leõezinhos” para vc!!!

    E para o restante…

    “Mão na cabeça que vai começar
    O Rebolation tion tion, Rebolation
    O Rebolation tion tion, Rebolation”

    Take it easy and let’s have fun!

  • Control+JR : -

    Por favor Fernanda, tenha mais cultura na sua vida. O que o colunista quer que escutemos é algo com mais conteúdo, tipo essa:

    “Eu sou o lobo mau, hau, hau
    Eu sou o lobo mau, hau, hau
    Eu sou o lobo mau, hau, hau
    Eu sou o lobo mau, hau, hau
    E o que você vai fazer, HAAAAAAA

    vou te comer, vou te comer, vou te comer,
    vou te comer, vou te comer, vou te comer,
    vou te comer, vou te comer, vou te comer,
    vou te comer, vou te comer, vou te comer…”

    Agora sim.

  • Control+JR : -

    O Google não perdoa mesmo: http://img131.yfrog.com/img131/5237/googlenoperdoa.jpg

  • Alle : -

    Penso que todo estilo musical é importante em situações distintas. Música clássica não anima um carnaval assim como não imagino uma ópera de funk num teatro. Mas acho que música dançante estilo axé forró, funk, etc., não deveria ser sinônimo de baixaria, putaria, apologia ao sexo e a promiscuidade. Quando eles querem, transformam até música gospel em ritmo de carnaval. Adoro dançar, adoro festa, mas por que não pegar mais leve no conteúdo? O problema é que o sexo move muito as pessoas. Tanto inspira quanto apavora. E aí é prato cheio pra se fazer uma música cheia de sensualidade e dançarinas gostosas. Devemos sim, respeitar as manisfestações musicais por aí a fora, mas vamos ver também o que essas letras estão incentivando os jovens a fazer.

  • Déu Tosta : -

    Amauri, meu caro imbecil… nao defendo o Rock de Pitty, apenas sei que é Rock porque eu estudo e sei que o RITMO é Rock´n Roll… Se voce curte os “grunidos”, problema seu, mas saiba que isso que voce gosta, é a evolução retorcida do verdadeiro Rock… então: VIVA, PITTY!!! com seu Rock diferenciado e que hipnotiza milhoes de seguidores (estou excluso desses) e que vende pra cacete, ganha prêmios como cantora de Rock, e etc… etc… vai procurar algo melhor pra fazer do que ficar contra-atacando sem fundamentos…

  • Déu Tosta : -

    Amauri… contratempos… não contrapontos… estude, meu caro ignóbio…

  • Déu Tosta : -

    Rodolfo,

    Obrigadooooo… finalmente diretamente a mim!!! Vamos sim, verás que não sou tão chato assim… e chamar de feio nao é ofensa… no mínimo uma verdade que meus olhos sentem… eu tambem nao sou dos mais belos…mas vamos sim… e não esquece de chamar ao Amauri, faço questão de pagar o café dele… abraço, Rodolfo!

  • Tereza d'Ávila : -

    Tem baiano citando grandes nomes, como conterrâneos, sem sequer se lembrarem que para Gilberto Gil, Maria Bethânia, Caetano Veloso (e etc.) serem o que são hoje precisaram deixar a terra natal. Ou não sabem que o movimento tropicalista NÃO nasceu na Bahia? Acham que João Gilberto conseguiu revolucionar o cenário musical com a bossa nova morando na Bahia? Mas não fiquem chateados… Acontece a MESMA coisa em Natal. Roberta Sá, que eu considero uma das melhores vozes do Brasil, é queridíssima na Lapa, precisou se mudar para o Rio de Janeiro para ser reconhecida e ter espaço. Desafio os natalenses a conhecerem sua obra (raras exceções sabem cantar uma música dela, a que toca na novela de Manoel Carlos). Infelizmente no Nordeste é assim. Eu considero que assim como a Bahia, o Ceará, por exemplo, pode se orgulhar de inúmeros artistas. Mas eles são o excepcional do estado, a regra mesmo é o lixo musical que se prolifera, basta ver a origem dos forrós eletrônicos mais “estourados” ou assistir poucos minutos da TV Diário.
    Infelizmente se criou uma política de proliferação do que é lixo, e quem não gosta do que está na mídia sabe o que é? É gente chata, quadrada, que não sabe se divertir… Engana-se quem pensa assim. Não deveria existir categorias de música (”música pra se ovuir no carro”, “música pra se ouvir no Circo da Folia”, “música pra se ouvir num jantar romântico”…), simplesmente porque a música ou é boa ou não é!
    Conheço várias pessoas que deliram ao som de Grafith e, no fim das contas, se justificam dizendo que a música pelo menos é assumidamente ruim, então tá valendo. Deem licença, mas eu não preciso disso. Quando chega o verão eu revivo a minha seleção musical de bons axés e frevos, que mantenho com orgulho e escuto em alto e bom som (disponível pra quem quiser copiar), da qual eu posso retirar Caetano Veloso (não o Leãozinho, mas A Luz de Tieta), Banda Eva das antigas, Banda Mel (mais antigo ainda), Gilberto Gil, Jorge Benjor… Isso sem contar nos inúmeros frevos e marchinhas memoráveis! Não deixo de me divertir por causa disso, dizer que para poder ter diversão é preciso ouvir porcaria é desculpa esfarrapada de gente que quer ocultar o seu lado anti-cultural, porque nunca se produziu tanta coisa boa no mundo!
    Sabe o que Ariano Suassuna diz sobre isso? Ele faz uma comparação ao cachorro: todo mundo diz que cachorro gosta de osso, mas na verdade, cachorro gosta de carne.. Ofereça os dois, veja o que ele escolhe.
    Taxaram o mundo de ter mal gosto. Ofereça a boa música, espalhe nas rádios (não só na universitária, na 104 ou na Rádio Senado), coloque no Caldeirão do Hulk, coloque nos barzinhos, nos sons automotivos, e veja como o povo vai gostar!
    Eu, pelo menos, prefiro o filé.
    Maior prova disso: quantos orkuts/blogs/twitter vocês conhecem que passaram a fazer citação de Vinicius depois que uma das suas mais lindas músicas virou (novamente)abertura de novela?
    E eu concordo. A vida tem sempre razão. E é preciso paixão.

  • amauri : -

    Déu bosta, desde quando Vender muito é sinônimo de qualidade??Tá ficando agressiva ao me xingar pra tentar defender sua musa do “rock” Pitty,viu?? ah..sim quanto aos “gunidos” citados por vossa imbecilidade, bem…eu até gosto mesmo, como também gosto de linnhas vocais na Linha dos mestres Dio, Bruce dickinson, Rob halford,David Gilmour,Freddy Mercury,André matos, Michael Kiske, Klaus Maine, John Anderson..conhece essa “galera”,né meu “rockeiro”??rs….

  • amauri : -

    Ainda bem que o rock evoluiu e não ficou na mesmice de décadas anteriores..hj temos o metal e suas variadas vertentes, o progressivo e suas ramificações entre outros…\m/

  • amauri : -

    E pra quem defende com unhas e dentes a suingueira da Bahia…vai um vídeo suuuuuuuuper transado pra vcs aí:
    http://www.youtube.com/watch?v=UE3_cMaBVDs

  • Daniel : -

    Rodolfo,
    Obrigado por dar ênfase no que realmente vale a pena!
    Que o pessoal ai que está brigando sobre, Pitt e blablabla…trocando ofenças etc…sendo de baixo calão mesmo, assim como qqr pessoa que lê percebe.
    PENSEM NO QUE ESSE TIPO DE MÚSICA PODE REFLETIR NA VIDA DO SEU FILHO, IRMÃO, ETC… isso sim tem relevância. O resto é mera besteira.
    Rodolfo Abraço e parabéns pela matéria.

  • Rodolfo Alves : -

    tem uma banda de pagode com esse nome “os Putões” na verdade.

  • amauri : -

    Essa “tirada” dos humoristas do Hermes e Renato é apenas o retrato doq a Bahia, atualmente, tá exportando mundo á fora…triste..¬¬ sugiro que todos assistam o vídeo..

  • Mandy : -

    Adoro forró e axé ANTIGOS!
    Infelizmente temos que admitir que estragaram esses ritmos. Dá pra perceber isso facilmente se analisarmos as letras das antigas músicas e das novas músicas de bandas como: ASA DE ÁGUA, BANDA EVA, CHEIRO DE AMOR, CHICLETE COM BANANA E DO CANTOR RICARDO CHAVES. Gostava muito de ouvir aquelas musicas antigas deles…mas hoje, eles cantam praticamente as mesmas músicas…o que estiver “tocando” mais é o que eles cantam. Nem eles se valorizam…eh triste essa comparação, mas é necessária. Acredito que a diferenciação de um bloco para outro no CARNATAL seja só pelo tipo da galera mesmo pq todos os cantores cantam as mesmas músicas, a maioria nem são deles!

  • Déu Tosta : -

    sobre o Déu Bosta, e outras ofensas (essas sim são ofensas), deixo-me aqui á disposição, Amauri, para que voce fique mais satisfeito em dizer essas coisas pessoalmente… estou aguardando sua manifestação sobre meu convite…

  • amauri : -

    Pode esperar bem sentado, viu Déu Tosta(tá bom assim, o nome certo pra não chorar?)só te ofendi, de verdade, no trocadilho com teu nome, no mais, não retiro uma vírgula do que disse sobre vossa senhoria ignóbil(rs..parafraseando seus comentários sobre minha pessoa,blz?)

  • Thaís : -

    O Gustavo Ribeiro falou justamente o que penso. Será que certos tipos de letras só servem quando é alguém que consideram “culto”?! Aí isso é poesia e não o tão falado “baixo nível”?!
    Ah!! Tô contigo também, Fernanda! haha =DD~~
    Concordo também que certas palavras poderiam ser evitadas, né gente?!

    E obrigada pela menção, Rodolfo.

  • A Pedra : -

    hIME, TU AINDA VAI DAR TRELA A ESSAS MERDAS!!! ASSUMA QUE É LIXO MESMO. ESCREVE AGORA A DO FORRO!!!!!

  • A Pedra : -

    hOMI!!!

  • Rodolfo Alves : -

    CONVITE: Mesa Redonda do Lixo Musical

    Caros Leitores,

    Devido à repercussão que tomou o artigo Lixo Musical: Made in Salvador, gostaria de combinar uma reunião para que a discussão seja ampliada e amizades sejam feitas.

    Alguns leitores gostaram da idéia. Estão todos convidados.

    Amauri, Alle, A Pedra, Batata, Beto, Carlos Medeiros, Control+JR, Cecília, Carlos, Daniel, Déu Tosta, Emerson, Francisco, Fernada, Glay Anderson, Gustavo Ribeiro, Gustavo Pitanga, JOBSON, Léo, Marcos L, leo SEABRA, Maurício Alves, Mari Alencar, Mandy, Marcus Vinicius, O cara, Paulo Ricardo, quinino, Rodrigues, Simon, Tommy Vercetti, Tereza d’Ávila, Thaís, zé Rodolfo.

    Sugestão de local, data e hora?

  • amauri : -

    Uma reunião dessas é pra quem não tem mesmo o que fazer(desculpe a grosseria,mas é verdade..)como o ano letivo está voltando depois do carnaval, voltarei a minha labuta de (so)professor! Boa diversão aos que forem ao tal encontro…:)

  • Amanda Thallita : -

    Minha nossaaaaaaa…. Tá pegando fooooooogo!!!

  • Thaís : -

    Vejam aí \O/\O/

  • tassianna : -

    Meu Deus, rebolation nao e sequer uma palavra. Que tipo de pessoa defende esse tipo de coisa? Pq agora e errado defender, e gostar, o que e bom? Rebolation nao e bom, nem e musica , nem nada. E querer um pouco mais de cultura nao e pecado, nem preconceito, e querer melhorar como individuo.

  • Déu Tosta : -

    Gente fugindo…kkkkk. Bem, eu moro no interior do RN, mas se a data for conveniente, vou sim… é uma pena que Amauri não vai, pois é o que eu mais desejava ensiar coisas sobre música e educaçao… e sobre ser ignóbio, até agora não entendi a minha ignorância… mas eu cansei dessa baboseira…

  • Maurício Alves : -

    Como foi falado acima, eu nao condeno o Axé em si, ou mesmo o funk ou o forró… Mas, bato na mesma tecla: somos responsáveis pelos jovens que são facilmente influenciaveis, nem todos tem discernimento. Sou professor e várias vezes já vi alunos cantando: “estudar pra que? matemática eu faço em mesa de bar”, ciranças… acho que isto é um forro, nao tenho certeza… me sinto reponsavel pelos jovens e os valores por eles absorvidos.

Comente!

Veja mais artigos de Rodolfo Alves