Secreto amor
sexta-feira, 25/julho/2008

Ontem, por fim
Quebrei os lacres
Expus à luz
As tuas profanas imagens
À luz da razão
À luz do medo.
Dormiam tão plácidos
Em papiráceos sepulcros
Os nossos segredos
Mais ocultos,
Os meus desejos
Mais incultos.
E lá ainda jazias
Tão nua, tão minha, tão bela
Tão lânguida e linda
A embriagar-me de prazer mundano
Em seu tépido e suculento corpo.
Mas eras só uma sombra
Uma fantasmagórica figura
De um etéreo passado.
Fitei a tua imagem
Pela última vez
E eternizei em ígneas chamas
Nosso secreto amor.
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Caro poeta,
Belos versos! Sinceros e viscerais.
Gostei mais do final! Não me pergunte porque! Adorei sua visita! Aquela poesia dos namorados hei de publicar dia 6 de Agosto, no meu blog! Bom final de semana!
Uaauuu
Lindo viu!!
…
“versos sinceros e viscerais”.
Parabéns pelas palavras.
Esse sim é um poeta…
Parabéns!
D Andrade,
Grato pelo elogio, mas minhas palavras apenas refletem os méritos dos versos. Você pode até não concordar, mas o seu “Uaauuu” para mim teve o mesmo efeito.
Abraço!
Para ser poeta é preciso talento e essência.
Talento é desejável e ser essencial imprescindível.
Parabéns…amei!