Não basta ser playboy. Tem que ser DJ!
Major, a vida anda cada vez mais difícil. Se esse hômi soubesse… Tá foda, bicho. Difícil mesmo. E o que é difícil, como esse hômi deve saber, não é fácil. É nada, hômi. Nem a pau. Ser um jovem de classe média alta em Natal está ficando cada vez mais trabalhoso. Pra mim, tem sido uma tarefa bastante árdua atender todas as exigências impostas pela sociedade e manter a pose de nababesca futilidade que se espera de um bom playboy natalense. Antigamente, bastava ter um carrão, com um som potente no porta-malas, um guarda-roupa cheio de grifes da moda, frequentar uns poucos lugares e exibir-se com a urgência de um pavão no ritual da corte. Valia falar alto, brigar em shows de axé, ser fotografado pelos colunistas sociais e ficar vergonhosamente bêbado em lugares públicos. O importante era ser notado pelos seus pares.
Mas essa moleza acabou. Hoje em dia o jovem playboy natalense e a autêntica patricinha conterrânea têm muito mais a fazer do que pensar em como vai ser o carnatal a partir de janeiro. Eles têm que cumprir uma rotina de compromissos sociais e extenuantes maratonas de eventos que deixariam qualquer chefe-de-estado em frangalhos.
Pra começar, os lugares que requerem a presença do jovem playboy são muitos. E se deixar de ir a algum deles pode significar a morte. Não a morte, morte mesmo, morrida de verdade. Mas uma morte ainda pior, uma morte social. Se você deixa de ir a um dos lugares da moda, já era! No outro dia tá todo mundo comentando, com maledicência, suposições, scraps no Orkut e SMSs mil, a respeito de sua ausência. Antigamente o roteiro de locais obrigatórios se restringia ao camarote da Vila Folia ou àquela boate da estação. Hoje, para ver e ser vista, nossa “geração Y” tem que ir a muitos barzinhos, boates, points, festas e, ainda por cima, tomar muito cuidado com a seleção dos locais que frequenta.
E não se trata só de seguir o rebanho, como muitos pensam. Deve-se ir aonde todos vão, mas com muito bom gosto, sabe? Teve até um amigo meu que quis escrever um guia de boa conduta para facilitar a nossa vida. Algo que dissesse o que é e o que não é cool. Seria o máximo para nós, membros orgulhosos dessa juventude carnatalesca que atrofiou as sinapses neuronais por falta de uso e total inapetência para a arte do pensamento. Imagina só, major, um circuito seguro para não derrapar e manter intacta a imagem e boa reputação de playboy/patricinha acéfalo potiguar. Hômi, isso não ia prestar não! O problema era que meu amigo não sabia escrever direito, daí nunca saiu o tal guia. Sem bronca, nossos iguais não iam conseguir ler mesmo. Sabe como é: a gente se cansa de ler qualquer coisa que não seja as legendas das fotos do Bobflash.
De qualquer maneira, eu, como sou um cabra de peia e gosto de ver meus amigos se darem bem, sem vacilar, saca?, vou lhe dizer qual o roteiro que deve seguir para não se queimar com as bichinhas. O caminho de tijolos amarelos se inicia nas baladas de quinta e sexta no circuito Seven, Maranello e Medievo. Não tem muito mistério não. Vista-se igual aos outros cabras, com as marcas da moda e o mesmo tipo de calça, camisa e pisante que eles estiverem usando. É melhor comprar tudo ali pela Afonso Pena, saca? Eles têm umas marcas “exclusivas”. Quer dizer, são iguais à maioria das roupas de qualquer shopping da cidade, mas como são muito mais caras, vão ajudar a te dar uma moral na noite. Quando estiver na boate, é bom estar entrosado com os grupinhos de pessoas VIPs. É gente badalada que geralmente tem nome e sobrenome. Eles nunca se chamam Renata ou Roberto. Sempre têm um sobrenome que indica status e sem o qual eles não são ninguém. Algo como Renata Faria, ou Roberto Maia. Aliás, se você próprio tiver um sobrenome legal, pode se integrar e ser aceito com muito mais facilidade. Tem certeza que não se chama De Paula ou Rosado?
Vamos seguindo. No sábado, no fim da manhã, dirija-se para a frente do hotel Manary, em Ponta Negra. Não se esqueça de sua bermuda florida. Nada de calção de futebol, senão as meninas não vão nem te olhar, a não ser com um desdém de quem acabou de ver um asquelminto gigante piscar pra elas. Se você estiver em dia com a academia e as aplicações de “estró”, melhor. Pois poderá se amostrar um pouco sem camisa pra todo mundo ver.
Depois da praia, saia correndo e dá um pulo pelo Dom Vinícius, Cervantes ou Pitanga. Uns tira-gostos legais, cervejinha ou uisquinho e papo animado sobre carros, shows, festas e resenhas diversas. É sempre bom pra saber quem tá comendo quem e qual dos amigos trocou de carro essa semana. De lá, uma passadinha no Shock Bar pra se espremer entre toda a galera. Não vale ficar cansado e deixar de ir. Tem que marcar presença, ver e ser visto. Por isso, toma um Redbull e vamu simbora, major! Vai com fé.
O “esquente” no Shock Bar termina cedo e o sábado ainda é uma criança. Por isso, vá em casa, tome um banho e volte pro circuito de bares por trás da AABB ou, pra “variar” um pouco, um Dom Café até que vai bem. Inclusive, aqui vai uma dica. Sabe o que é legal?, levar o ipod com as caixinhas de som pra colocar na mesa. Quanto mais caro e moderno melhor. É a nova versão da mala do carro escancarada. O efeito fica ainda melhor se todo mundo na mesa cantar junto as músicas alto para passarem o recado: “helloooo, eu tenho um ipod”.
No domingo, é dia de descanso? Que nada! Durma até meio-dia e depois trate de descobrir onde a galerinha esperta se encontra e vá correndo pra lá. Um churrasco na mansão de alguém, um almoço num restaurante chiquê, tipo o Buongustaio, onde as pessoas podem lhe ver da rua e admirar o quanto você é interessante por estar ali. Um sushizinho à noite também vai bem. Mas, olha só, tem que ser onde a turminha estiver, senão é o mesmo que não ter ido. É que, a partir do momento em que você decidiu se tornar um jovem society natalense, deve ir sempre aos mesmos lugares, ver e ser visto sempre pelas mesmas pessoas e julgar e ser julgado por elas. É como fazer parte de um clube, uma sociedade secreta, aliás, de secreta não tem nada. É bastante exibicionista, na verdade. Mas não importa. Você faz parte dela, então assuma o seu fardo.
Ah, sim! E cuide de se comportar de forma adequada. Tem que ser um pouco de ator também. Nada de discrição. Você não deve ser coadjuvante de porra nenhuma. Nesse filme, todos são protagonistas. Então, tudo o que fizer, faça com que seja notado por sua “plateia”. E entenda-se por plateia toda essa gente bronzeada, siliconada, anabolizada, de sorrisos perfeitos e valores frívolos que lhe circunda. Não faça nada, desde acender seu cigarro a balançar seu drink, sem o mínimo de estardalhaço. Fale de suas posses, de grandes feitos (nada precisa ser verdade. Lembre-se: você é um ator), de seu saldo bancário, de suas inúmeras conquistas amorosas. Mas fale alto, pra todo mundo ouvir. Nesse clube, as mulheres são gasguitas e os homens são gabolas.
Quando o fim de semana acaba vem a segunda-feira. A semana, lembre-se, serve pra recarregar as baterias para a próxima sucessão de compromissos inadiáveis, com início marcado para a quinta seguinte. Por isso, nada de atividades desgastantes como um estágio, faculdade difícil ou, pelo amor de Deus, um trabalho! Se for estagiar em algum lugar, dê preferência a alguma empresa do seu pai ou da família, onde você goze de todos os privilégios e regalias, como chegar tarde e sair na hora que quiser.
Agora, como eu sou seu amigo, major. Vou lhe dizer qual é o pulo do gato: trabalhar com algo que esteja ligado a sua rotina. Promotor de boate, comissário de bloco ou produtor de show. Ou ainda, major, você pode ser, sabe o que?, pois eu vou lhe dizer agora. DJ, meu amigo! É limpeza e dá a maior moral na cidade. Basta inventar um nome invocado e manter a pose nas picapes. Nem precisa desse negócio de conhecimento musical. Isso é coisa de amador. Descubra quais as musiquinhas da moda entre a rapaziada dos camarotes ou nas boates de São Paulo e Recife. Daí, encha seu equipamento de MP3 e fique lá todo posudo com a testa franzida e fones nos ouvidos.
Mas isso, claro, se você quiser se estressar. Porque dá trabalho ser DJ. Você acaba ficando muito solicitado e famoso demais. E ainda tem que cumprir toda a rotina semanal de ir aos lugares da quinta ao domingo, enfim, os seus dias úteis. Não pode descuidar. Qualquer passo em falso e sua reputação vai pro espaço. Porque é aquela coisa, major. É um dia-a-dia muito trabalhoso, sabe? É um sacerdócio, uma vida de renúncias e sacrifícios. Mas é assim que é. A vida pra um jovem playboy natalense anda cada vez mais difícil. E o difícil, major, não é nada fácil.
***
1. “Não basta ser playboy. Tem que ser DJ!” é uma frase de um publicitário amigo que não me autorizou a publicar seu nome.
2. Agradecimentos especiais para Paulo André Linhares e Rodrigo Silveira (o Rodra) pelas dicas.
174 comentários
Comente!
Veja mais artigos de Carlos Fialho
- Parasitas Sociais 2 - 2 de fevereiro de 2009
- A fábula das duas cantoras. - 17 de dezembro de 2007
- Realizadores – Valério Medeiros - 7 de julho de 2009
- Ponta Negra Bulls - 12 de maio de 2008
- Fabão e Maryeva - 20 de agosto de 2007


Natal é a cidade do oficial, onde ninguém quer ser alternativo. Um povo mais preocupado em ficar bem na foto do que dizer a que veio! Nojo!
como diria o “flósofo” Falcão:
“…eu sei que a burguesia fede mas tem dinheiro pra comprar perfume…”
Muito boa fialho, esse publicitário da frase está me cheirando a quaresmaxsong nao ?
ab
jomardo ( vulgarmente conhecido agora como DJ Jomas para se inserir melhor)
Essa nossa realidade é triste. Fico feliz e realizada por não fazer parte disso.
:D
Muitooo massa o texto! parabens! isso é o retrato da classe media natalense…
essa frase é de márcio.
E né não…. auhauhauha… Playboy que é Playboy ainda tem que na semana ir para a academia (Ponta Negra Fitness, Hifit, e outras) já para saber dos locais bons do FDS…
O natalense tem essa neura de que ser “dj” é sinônimo de ser descolado e alguém que tem de ser respeitado de alguma fora, basta ver nos 847476476234 perfis através do mundo virtual próximo da gente o quanto tem de amigos ou amigos de amigos (entre outros) que se rotulam “dj” colocando o termo na frente do nome e uma foto com fones de ouvidos perto de uma mesa de som, para ganhar algo em troca disso, pode ser uma “doidinha”, reconhecimento entre um grupo X, ou ter o prazer de ter o nome comentado como “dj”, babaquice!
Retrato falado da high society natalense.
parabéns pelo desenrolar da trajetória de um playboy… brilhante, e não deixou faltar nada, inclusive a burrice impregnada neles.
Parabens, otima critica.
Parece até que vc passou anos estudando o comportamento destes animais!heheheheh
abraço
Poxaaa Fialho você conseguiu descrever um super guia, parabéns!!! Tem muita gente mordida, porque você acabou de entregar os ‘pontos’… hhahah
A mais perfeita descrição da atual “high society” natalense! Um VIVA A CARLOS FIALHO (e seus ajudantes) pelo texto! Parabéns!!!
kkkkkkkkkkkkkk “Major”, sua crítica ficou muito boa, realmente seus colaboradores acertaram em tudo, mandei teu artigo pra uma galera de amigos que assim como eu vão se acabar de rir e vê que é tudo verdade!!! tá de parabéns Play!!!
Muito bom o texto. Parabéns.
Essa frase é de Márcio?
Posso levar pra vida?
PERFEITO
Fialho sempre afiado! Texto divertido…
Parabéns. Muitos Parabéns.
Nunca vi ninguém descrever tão bem a highsociety de Natal.
De toda a lista ainda não tive o desprazer de ver os iPods com caixinhas de som na mesa do bar… Enquanto o Manary, eu e meus amigos chamamos de California Decadente…
Meus parabéns novamente.
Fialho, se eu tivesse um jornal te contrataria… kkkkkkkkkk…
Muito bom seu texto..
Caraca Fialho, você como sempre impagável… Retrato mais fiel, nem numa foto!
muito bom o seu texto carlos. Se fosse só aqui em natal isso eu ficava calado, mas é em todos os lugares! é a nossa cultura BBB =)
odeio playboys e essa coisa de dar satisfação a sociedade de tudo pra mostrar quem é, filho de quem, quanto tem, é ridiculo.
Êêê playbozada de Natal!! Muito bom, Fialho. Faltou você falar como se portar num Shock Bar da vida.
“Segure o único copo de wisky que você comprou durante toda a noite, mesmo que ele se afogue no gêlo, mantenha a pose. Se você for mulher, dance com ele na mão, levante-o várias vezes para que todos saibam que você possui um copo de wisky. É primordial.”
Muito massa esse texto. Descreveu muito bem uma pequena e presente parcela na noite natalense. Fiquei supreso com a parte: “Sabe o que é legal?, levar o ipod com as caixinhas de som pra colocar na mesa. Quanto mais caro e moderno melhor. É a nova versão da mala do carro escancarada.” Não imagino um negocio desse no meio de uma mesa de bar…
Sucesso!
KKKKKKKK tudo a mais pura verdade!!!! morri de rir!!!
sem dúvida um raio-x do new-jet natalense! Só faltou dizer que eles vivem ali pela Academia Athletica!
Retrato da hipocrisia natalense… mais um pra série “Como ser ESCROTO” em Natal.
Grande fialho em mais um texto ácido e divertido. Fica a pergunta: E as raquejada, o carralo de pai e a caminhoneta importada? Parece que essa moda já não cola mais…
grande abraço
Adorei!!
Mas vc esqueceu de comentar que de segunda a quinta (no muito na sexta) os playboys e as patricinhas estão na ex-Athlética, hj a A club fazem no máx 30 min.de academia e o restante do tempo sentados nos bancos do lado de fora da academia, dizendo o quanto estão malhando, até lutadores de MMA estão virando….
Mais um discurso pretencioso e preconceituoso sobra a “elite” de Natal.
Mais uma vez este pseudo-intelectual esnoba de toda a escória acéfala e aculturada que “contamina” a capital potiguar, com suas roupas de grife e seus carros do ano. Esquece que não é apenas em Natal que é assim, mas no mundo inteiro. Esquece que quem tem dinheiro gosta de gastar, e que não há nada de errado nisso.
A maioria das “vítimas” desses comentários são pessoas de bem, que passam longe do estereótipo descrito nesse texto. Trabalham, tem responsabilidades e, sim, gostam de ter uma vida social. Não significa viver em um mundo de futilidade e aparências, e é uma característica comum em qualquer lugar, não apenas em Natal.
Talvez seja esnobismo,ou mesmo provincianismo, comprar uma roupa de marca por uma questão de vaidade ou bom gosto. Mas mais provincianismo é reparar nesses detalhes com essa visão tão pequena e presunçosa, quase um patamar de desenvolvimento superior…
Uma maneira bastante interessante e descontraída de fazer críticas a juventide. Sou jovem e adorei o texto.
Caro Fialho,
Vossa senhoria, como sempre, muito afiada!
É, de fato, ser playboy tá cada vez mais puxado. Antes era só Axé e Forró, hoje os coitados são obrigados a frenquentar e “posar” em lugares mais sofisticados dando uma de “descolados” e “ecléticos”. Mas perceba uma coisa: eles estão tomando conta de todos os espaços, estão invadindo geral!
Lugares que antes me apeteciam hoje não me apetecem mais. Parece que as “acadjimias” e as faculdades particulares estão produzindo esses seres em massa! Gostaria que me desse uma dica de um lugar legal onde eu não precise escutar o som de carro tocando “Garota Safada”; mas manda a dica só pro meu e-mail, para a informação não vazar.rsrsrs
Para além das brincadeiras, parabéns pelo texto.
Abraço!
Sensacional!
Fialho, a sua crítica sobre a classe dos playboys djs é engraçada, mas se voce a leva mesmo a sério, precisa rever seus conceitos. A sociedade precisa ter grupos diferentes, caso contrário seria um tédio – uma massa intelectual roqueira, com todos os elementos iguais. Afinal, de que você viveria se nao fossem os playboys. Sua critica se baseia neles.
infelizmente, a maior verdade do mundo. nossa juventude está perdida. vou nesses bares convidando para ir na biblioteca pra ver o q acontece. abcs
Realidade natalense, sem dúvidas!
Me diverti muito lendo o seu texto e já mostrei para várias pessoas que por sua vez riram, elogiaram e apladiram bastante a perfeição que foi esse trabalho.
Adorei como você retratou o estilo de vida dos nosso playboys, e se me permite um comentário, acho que você não poderia ter sido mais preciso do que foi.
Continue escrevendo assim, adorarei ler textos que nem esse no futuro. Parabéns!
Tá autorizada a divulgação da autoria da frase.
Descrição perfeita!!!! Parabéns!
Parabéns pelo texto! A um só tempo você reuniu bom humor e puras verdades com relação a futilidade que predomina em boa parte dos natalenses, e o pior, não é só nos jovens, hoje em dia também se enxerga adultos com este tipo de valores. São vazios! Ficam ridículos querendo ser eternamente adolescentes. Penso que você só esqueceu de encerrar informando que geralmente (salvo alguns casos), o final de vida deste tipo de gente não é lá muito bom.
Atenciosamente,
FÁBIO UCHOA.
Major, pelo jeito Paulo André tá cumprindo o intinerário direitinho, heim! Já fez até uma tatuagem pra entrar no time…
hehhehehe
Abração, Fialho e Paulo.
Major, kkkkkkkkkkk…
isso ae é a cara de Natal!
adorei! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Prezado Carlos, irretocável seu texto.
Estou em Natal há oito anos e desde o início percebi tudo isso e mais um pouco.
É uma pena que jovens tão cheios de energias possam se perder nesse “mundinho maravilho de bob” que eles criaram e que um dia, certamente, irá acabar.
Bom, sorte nossa que podemos aproveitar e curtir essa cidade da melhor forma possível e nos mais maravilhosos lugares, com pessoas idem, pois o high society natalense não frequenta por achar que não é tao coll!
I´m so sorry!!
posso publicar em meu blog?
Quando o Homi escreve uma coisa massa,as patricicinhas e mauricinhos desaparecem dqui ne?
Vlw fialho. ta massa
Sem dúvidas, uma de suas melhores crônicas.
Adoro seu humor negro.
A gente se econtra no.. em… lá.. onde é mesmo que as pessoas legais de Natal vão??? deve ser no shopping…
Valeu,
Vem cá Carlos Fialho, eu não lembro de ter dado um fora em você, mas se eu dei me desculpe mas você é feio demais.
E outra coisa porquê você é tão revoltado e incomodado com quem tem dinheiro e nome em natal??? Acho que não estão lhe pagando bem ou não gosta de seu trabalho, ou ainda no colégio não pegava ninguém e isso ainda continua ate hoje??? Vai uma dica, muda de trabalho, ou melhor de cidade!!!
beijinho, na bochecha tá!?
Ahh e não apaga meu comentario não, porque todo mundo aguentou o seu aqui também e eu não posso apaga-lo, nada mais justo que isso, não é verdade???
Parabéns, excelente texto! Acabei de recebê-lo por email, coisas assim é que devem mesmo circular na net, e não aquelas correntes insuportáveis. Estou por fora do circuito natalense, mas tenho certeza que tudo isso que você escreveu é a mais pura verdade! :)
Perfeito cara, show de bola!!!
Principalmente no que diz: “Por isso, nada de atividades desgastantes como um estágio, faculdade difícil ou, pelo amor de Deus, um trabalho!”
Esse lixo natalense que é alvo de sua critica exclui o melhor do brasileiro que é a classe trabalhadora.
Retratou bem mesmo, o mundinho desses cegos, parabéns!!!
Adoreeeeiiiii
Parabéns!!!
Beijos.
Excelente carlos! E…kkkk… parece que a carapuça serviu para alguem ai em cima. O comentário dela só vem a atestar o texto….kkkk
Parabéns pelo texto. Fenomenal!
Pura realidade!!!
Carlos Fialho generalizou. Porém, acredito q quis retratar os jovens de classe mais baixas que fazem de tudo para está nos lugares que os “ricos” frequentam normalmente.
Imagino o tanto de pai de família endividados para sustentar o padrão de vida destes “playboys emergentes”: Carnatal (cia e coco ou nana), shows (só camarote), boates e whisky 12 anos… além de academia e faculdade (particular), etc, etc…
Os jovens natalenses não pensam em outra coisa a não ser em festa (para dizer q vai, foi e é visto por lá).
Mal termina o veraneio (pirangi bombando com entradas no shock bar chegando a R$100,00 e pitanga a R$150,00), eles já programam carnaval (caícó, recife ou salvador), depois semana santa, são joão, feriados e vários shows da Destaque… E haja dindin.
Ainda pior que frequentar os mesmos locais é a questão dos playboys influenciar a grande massa.
Se antes Grafith era do povão, agora é banda de elite. Todos “amam”grafith!! Já escutei isso de pessoas que mal conhecem a trajetória da banda.
Já foi aviões, muído… agora os playboys só curtem garota safada.
Natalense dá um estudo de caso.
E um caso atípico mesmo!!!
Iurrú…
Major, muito bom o texto. Vai outra dica: se não tiver uma foto nova pra mostrar a nova forma do corpo, depois de alguns “suplementos”, basta tirar as antigas, esperar um tempo e postá-las de novo na página de sua rede social preferida. Congrats.
Perfeito! Parabéns! Crônica perfeita!
A mais pura verdade!
Li o texto e adorei realmente fala bem sobre os playboys e patricinhas de natal, prestem atenção: PLAYBOYS E PATRICINHAS, não se fala sobre pessoas que têm dinheiro e que gastam, em nenhum momento o autor critica a riqueza material que algumas pessoas têm, até porque existem pessoas que se encaixam nesses “conceitos” que nem dinheiro têm, ou seja, são mais acéfalas ainda, tentam ser que não são… Parabéns Fialho!!!
NÃO BASTA SER ALTERNATIVO, TEM QUE SE CHAMAR DE “ESCRITOR”
Natal tem umas coisas engraçadas. Sempre tem alguém reclamando que em Natal não tem “cena alternativa”, que todo mundo só faz as mesmas coisas, que só vai aos mesmos lugares, com as mesmas pessoas e as mesmas roupas, atitudes, etc. E, detalhe, qualquer pessoa que siga esse jeito “oficial” de ser do natalense, é rotulado de playboy, fútil, ou coisa que o valha. Mas será que só os “playboys” e “patricinhas” tem comportamentos parecidos e, por isso, deploráveis? Vou tentar entrar na cabeça de um “alternativo” do circuito off Tirol/Petrópolis, vamos lá. Os alternativos de Natal, em primeiro lugar, tem como assunto principal (e em que ocupam a maior parte do seu tempo) falar mal de quem não é igual a eles, sempre dizendo frases do tipo: “-Natal só tem babaca, playboy que se acha e que escuta música ruim sem nada na cabeça”. Tem sempre aquele ar nostálgico também, lembrando-se “- Bom era na época da Whiplash, do General Junkie, do El Chaco” e vai por aí. Hoje em dia, nem o MADA presta mais para eles, que dizem que a coisa ficou muito comercial, bom é aquele monte de banda independente que toca nos festivais da Ribeira que ninguém conhece meia música direito. Ah, por falar em música, o importante para os alternativos é escutar música que ninguém escuta, comum você ouvir frases do tipo “- Rapaz, baixei uma demo nova de uma banda independente inglesa que ninguém nunca escutou, bom demais!”. Se tocar na rádio, a música não presta, é jabá. Ser DJ no cenário alternativo, portanto, é não tocar o que toca nas rádios, o que é semelhante a tocar o que ninguém conhece ou sequer ouviu. No circuito de baladas alternativo de Natal você também encontra figurinhas carimbadas com o mesmo modelito: tênis all star, calça jeans rasgada, alargador ou brinco na orelha, muita tatuagem e cigarro na boca, não precisa ser o careta…eita erva danada! Ô povo pra gostar de coisa natureba, e queimar erva faz parte do ritual alternativo natalense. Pode passar no alto de Ponta Negra, na Ribeira ou na Rota do Sol que você verá esses tipos padronizados de alternativos. Afora essas mesmices musico-comportamentais que já citei, outro componente do ideário alternativo de Natal é a falsa politização. Esses seres são sempre assim, à esquerda de Fidel Castro, comum você vê-los vestidos com camisa de Che Guevara, apesar de não entender uma grama do que acontece com os presos políticos de Cuba. Lêem orelhas de livros de Bukowski e de Nietzsche e saem por aí vomitando uma metafísica quântica do super-homem poético, ou seja, um nada. Pretensamente, são pensadores, e muitos se arvoram na condição de “escritores”, colocando o substantivo “escritor” antes de seu nome para qualificar seus artigos publicados em colunas de internet ou em blogs perdidos na rede. Tá difícil ser alternativo em Natal, porque pra ser alternativo não pode freqüentar o quiosque embaixo do Manary (o famoso K-21), tem que ir lá pras brenhas do Morro do Careca se misturar com italiano em busca de sexo turismo, lá é legal! Vai lá mané!
Dito isto tudo, queria dizer que não concordo com uma palavra do que escrevi acima. Escrevi com um único intuito, mostrar que quando se quer generalizar e desqualificar uma parte da população da sociedade em que se vive, é muito fácil e, quem assim o faz, nada mais faz do que contribuir para sectarização das pessoas, o que, por conseguinte, gera ódio e intolerância. Vivemos num Estado Democrático de Direito e, por isso, tem os que gostam de uma coisa e os que gostam de outra, daí a querer rotular e estereotipar tais e quais pessoas é um passo do imbecilismo excludente que só leva ao separatismo e à violência. Por isso eu digo: viva a diversidade, ou, como diria um colega meu “Cada qual com seus problemas”.
Paulo Maia
Natalense e folião
Meu caro amigo autor, nao te conheço, mas ja gostei de você!
Eu que as vezes me recuso ler algo tao extenso, me deparei rindo e querendo mais dessas palavras mais veridicas impossiveis! Obrigada por nos informar de como nao proceder em nossa vida natalense.
Fialho, tás vendo que tem gente aqui “pegando ar” com seu texto?? O Rodrigo foi bem enfático e colocado, quando se indignou com seu retarto-falado. Mas – cá pra nós – ele acabou por admitir que é assim, mesmo, né? Ô, Rodrigo, assuma, concorde: a maioria é exatamente igual ao que diz o texto, que não teve nada de pretensioso. Se a “real” lhe é desagradável, paciência, né, Major? O pessoal é padronizado, mesmo! As patys são todas iguais, se arrumam no mesmo cabeleireiro (com a franjinha da moda), conversam as mesmas amenidades, lhe olham atravessado se você não se veste como elas, não conseguem desenvolver um papo mais apurado (AH, DIZER QUE A PESSOA É FEIA DEMAIS, QUE NÃO PEGA NINGUÉM, COMO FORMA DE OFENSA, JÁ DIZ TUDO SOBRE O QUE PRA ELA TEM IMPORTÂNCIA: BELEZA, CONTABILIZAR AS CONQUISTAS DE BONS PARTIDOS) ; e os play até escova progressiva ‘tão fazendo!! Esses “hômis” não imaginam o quanto isso acaba com qualquer mínima atração que eles possam despertam nas mulheres! Ai, cansei! PARABÉNS, FIALHO!
Filho, apesar de ter ouvido, por alguns conhecidos seus, que você é um “mauricinho cultural”, e que só namora “patricinha cultural” (personagens já restratados por você…rs…), tenho que admitir que ninguém descreve tão bem o provincianismo e a limitação cultural da nossa belíssima capital!!!Perfeito o texto!!Recebi pela internet, e todos que repassaram destacaram como o retrato foi “fiel”!!!Esse quadro se deve à reverência insana aos piores valores interioranos (porque há os bons valores também):aparecer, com a roupa e nos lugares “dos conhecidos”, e nunca fazer nada diferente “dos conhecidos”..rs…ansiosa para ver um texto seu sobre vaquejadas e afins, como a banda idolatrada pela “galera da curtição de Pirangi” :”Garota Safada”, cujos trechos das músicas são, invariavelmente, sou “dirmantelado”, “boy do carrão”, “raparigueiro” e cachaceiro”, salientando que essas “qualidades” são um “estilo de vida” admirado por essa galera…
Adorei o comentário de rodrigo, talvez se o blogueiro saísse do seu mundinho e fosse conversar com pessoas que não se vestem como ele talvez percebesse que ninguém é como robô, que, apesar de existir um movimento de massificação onde as pessoas querem se tornar o típico “barbie ken” para ficarem mais aceitas, nem todo mundo percebe a messagem da mesma forma e, pior, responde aos estímulos da mesma forma. Ele deveria perceber, também, que a mensagem é alterada conforme sua transmissão e, recebe alterações conforme quem a conta, afinal ele cursou comunicação social. Tudo isso que falei determina que, mesmo pessoas com um mesmo rótulo não são iguais, mas ele prefere exagerar, até mesmo hipertrofiar certos aspectos com o objetivo de conglomerar mais fãs. Tudo bem se fosse uma cidade imaginária, mas na medida em que vivemos uma realidade artificializada onde o que conhecemos como realidade depende do que nos é passado através dos meios de comunicação, principalmente a internet, todo mundo que vê o que Fialho escreve, figura influente, conhecido como um multiplicador, acredita que todo playboy é assim.
Há também toda uma gama de inveja por parte de quem se sente inferiorizado porque não possui uma qualidade de vida como essas pessoas e sente sua raiva passar quando comenta aqui, mas lembre-se, a raiva passa, mas a situação não muda, talvez estudar e trabalhar para ganhar melhor funcionasse mais.
Crônica Impecável, Muito boa mesmo.
É como ta implicito no texto,dificilmente os personagems deste excelente artigo vão entender o recado.kkkk
Mais se vcs quizerem ver algums destes participantes deste grupo narrado no artigo é so entra no site bobflash e olhar as fotos!!!
Engraçado que tem gente que ta nas fotos de festas que ta acontecendo no mesmo momento!!!!
Incrivel, Fantástico….
A realidade deve ser dita, doa a quem doer….
Tudo o que foi dito aqui é a mais pura verdade, tão verdade que outro sentimento, que não o de NOJO, seria capaz de expressar a repugnância dos fatos reais.
Li o texto três vezes, li os comentários duas vezes e o que é mais curioso é que apenas duas pessoas não concordam com o que aqui foi dito, não é mesmo?
É bem verdade que eu nem conheço o responssável pelo texto, entretanto isso não me impede de lhe oferecer os meus parabéns, pela excelente retratação REAL da superflua e fútil parcela da
sociedade ao qual o mesmo refere-se.
Inclusive, também me chamou a atenção um comentário aqui postado, por uma cidadã de nome Renata,que aliás eu também nem conheço, o melhor, como o próprio autor diz, Renata Faria, “com sobrenome” que é muito importante, onde por ela é afirmado raiva e inveja, porparte do autor, dos que tem “dinheiro” aqui em Natal. Incrível………..Chocante…………
Além de muito arrogante e prepotente, como não poderia deixar de ser, retrata mais uma vez a certificação real do que foi descrito no texto. Eu acho e acredito que o que está em jogo aqui não é a raiva dos que tem “dinheiro”, mesmo sabendo que “esses” muitas vezes não se preocupam com muita coisa a não ser consigo mesmo e com a sua futilidade, com a sua arrogancia, com a sua prepotência e por que não dizer com a sua inutilidade, e sim a falta de ação social construtiva, não banal.
Eu acho sinceramente que melhores coisas podem e não só podem, devem ser feitas em função do dinheiro que se tem. Não acho errado ser vaidoso, inclusive acho até prazeroso, o que de verdade não é legal é ser prepotente e fútil.
Parabéns, a verdade foi dita: A juventude natalense vive de aparência. E ao contrário do que o rapaz disse la em cima, isso NÃO se vê com tanta frequência em outros estados, e além do mais, da dó em saber que são acéfalos exibicionistas assim que será o futuro da sociedade natalense.
ps: quem é Renata Faria no jogo do bixo?
O mais legal é ver a repercussão positiva do texto, para se ter ideia eu o recebi por e-mail e claro, fiz meu papel de spammer, mandei para meus amigos selecionados, pobres e sem nome! Legal também é ler o comentários aqui e ver que tem gente que se dói com toda a história. Parabéns pelo sucesso, o mérito é apenas seu pela sua grande percepção e habilidade de escrever.
Fialho, bom demais seu texto, mas voce exagerou quando o play falou em sinapses neurais, eles não sabem o que é isso. É um novo point? Parabéns
“Esse é o retrato da nossa gente fina
Seja lá no açaí ou ali na cocaína
É assim que cuidamos do futuro do Brasil
A que ponto nós chegamos, hein! P.Q.P !”
Acho que o Fialho não se incomoda com quem tem dinheiro ou nome em Natal. Nem tão pouco o que as pessoas quem têm nome fazem com seu dinheiro, afinal, cada um faz o que bem entender com seu dinheiro. Mas á crítica é perfeita e retrata fielmente a realidade da high society natalense. Quem discorda tem todo o direito de defender sua tribo. Claro. Resta saber se os argumentos para a réplica serão convicentes.
Ah. Para as Renatas e Robertos da vida, vai uma dica… Use o dinheiro para coisas úteis também. Não só fúteis. Úteis? Aulas de português, produção textual, por exemplo, para não passar vergonha ao escrever um pequeno comentário, pois assim, além de sabermos que vocês têm dinheiro e nome, saberemos também o que querem dizer com o que escrevem.
Adorei!
Eu achei um bom comentário para desculpa de lisos. Vão ajeitar as antenas que estão em cima da casas de vcs , rapá. São tudo uma cambada de invejosos, não pegam nada e aí ficam criticando quem pega. Tão de mal com a vida é? Também dormindo com muriçocas e andando de “buzú”…
Esse povo não sabe se divertir, sou mais o meu rolé: http://bemvindoboaviagem.blogspot.com/2010/02/entre-livros-filmes-passeios-na-praia-e.html#links
“Não basta ser alternativo, tem que ser escritor” .. essa caiu bem…
E tem os que discordam (playboys…), tem os que apoiam (os de outras tribos) e tem os que se perguntam: mas pra quê isso???????
>>>?<<<
Eu me divirto com essas suas análises comportamentais da sociedade potiguar!
:P
Li o texto e os comentários feitos acerca do texto e vejo o retrato limpo e seco do que hoje está sendo a nossa sociedade natalense. Apesar de uns 3 a 4 gatos pingados terem escrito algo ironizando o nosso escritor, isso, como alguns já falaram, está mais do que evidente que participam do grupinho integrante a que o texto faz referência e não querem assumir ou admitir sua total inutilidade e futilidade e chegam a esse espaço para se “justificar” ou condenar o autor. Mas esquecem estes que por estes hábitos até ridículos do “grupinho” referido no texto, os homens de Natal hoje estão cada dia mais MAL VISTOS tanto pelas mulheres de Natal como pelas mulheres e HOMENS de outros estados do nordeste. E isso traz a vocês homens uma fama que alguns poucos construíram e espalharam pela cidade acabando por denegrir os demais. E é até cômico o texto do Fialho diante da retratação tão fiel destas pessoas que quem já foi para estes lugares mencionados sabe da realidade, e a verdade seja dita, sempre são as MESMAS carinhas que estão lá fazendo o mesmo papel para mostrar que foram lá assinar a lista da chamada para não levar falta e serem depois cobrados ou até menosprezados pelos demais da mesma espécie.
Vivas ao Fialho.
Hahahahahaha.. sujo falando de mal lavado.
Que sensatez Fialho…as réplicas, tréplicas…não chegaram nem perto disso aqui!
PARABÉNS À RÉPLICA DE PAULO MAIA!
O texto escrito por Paulo Maia inspira muito mais o questionamento do estilo de vida dos jovens da classe média potiguar do que o texto do jovem colunista Carlos Fialho. Não sou escritora,nem ousaria ser uma, nem ao menos me entitular sem ser…minha escrita, muito pelo contrário é bem técnica…mas como leitora sedenta, que fui um dia, dos nossos expoentes da literatura brasileira, sinto-me no direito de caracterizar, de certa forma, os elementos que permeiam uma boa escrita argumentativa e transformam o texto em uma leitura agradável. Sinto-me no direito, como leitora, de refugar aquilo que considero texto mal escrito. Papel em branco, ou melhor, tela em branco que aceita tudo, não é mesmo? Mas meu entendimento, não pode ser assim tão passivo e aceitar tudo que está escrito como verdade. Pois bem, o que mais me chamou a atenção na argumentação de Paulo foi a sua forma elegante, clara e imparcial de desconstruir o senso comum, a reprodução simplória e preconceituosa do jovem natalense, retratada no texto do Carlos Fialho. Minha crítica aqui é em relação a parcialidade e radicalismo da escrita e reprodução de senso comum, do dizer e criticar sem analisar em profundidade a origem das coisas. Quando o Fialho descreveu a “classe dos playboys” foi muito infeliz ao atribuir, de forma radical, os costumes, locais, modos, nomes e ritmos de vida a esses personagens da nossa cidade..Em suma, caiu no pecado do reducionismo, ou seja, seu discurso engessou um universo de personagens muito maior e talvez que ele desconhece, ao estereótipo da futilidade. Não se trata de questão de raciocínio lógico: 1) Playboy é uma classe 2) Playboy é fútil 3) Toda classe de playboy é fútil. Não é por aí… Esqueceu do contraponto cultural…quem são as outras classes?? São superiores?? O texto de Paulo então, vem com maestria, desmascarar isso…Estudei no meu longíquo primeiro grau, nas aulas de História, que em termos de culturas, povos e sociedades, não convém classificá-las em superiores ou inferiores…melhores ou piores…Acho perigosa esta maneira de formar opinião…forma preconceituosa e excludente…Como veiculador de informações, formador de opnião, deve-se ter cuidado com a argumentação, a veracidade, as bases. O texto do Fialho é totalmente desprovido de aprofundamento. Percebo que, curiosamente, a forma de tratamento com que o “escritor” aborda o leitor através das expressões, tais como “Hômi”, “Major”,se não me engano faz parte do vocabulário provinciano do jovem natalense…não é mesmo?! Linguagem também é cultura!! Não sei se foi intencional, para representar a classe dos playboys..ou se o Fialho realmente se expressa assim no seu dia-a-dia!?…Sem querer ser preconceituosa, claro, hahaha!
Bom, fica aqui o recado: não é de bom tom segregar ou classificar as pessoas ao escrever sobre cultura, comportamento, modo de vida de uma sociedade, pois, como ja foi dito, esta atitude gera ódio e intolerância.
Heloísa Melo
Natalense há 30 anos.
Como tudo que é bom, gera polêmica! Parabéns, Fialho pelo humor ácido e inteligente!! Aos que não entenderam que se trata de APENAS uma brincadeira e não uma artigo científico sobre o comportamento humano da classe média natalense. Paciência…
Caraca, nunca li algo tão verdadeiro e tão bom. Falou tudo que eu sempre pensei e quis falar, e nunca consegui. Não sou de Natal, sou carioca e sei do que o autor está falando. Parabéns pelo texto, tirando meu chapéu aqui.
Ser Playboy não significa burrice é claro… alguns comentários acima expressam isto, tem muita gente inteligente e esperta nos camarotes, mas ser playboy é NÃO TER BOM SENSO. Acha que por que tem dinheiro (do pai) tem que gastar como quiser, mesmo pagando um salário ridículo à sua empregada. Se pensam assim, um bandido tambpem sem o menor bom senso, pode pegar a grana e o carro dele, matar e dizer: “vacilou, se fudeu!”. O mundo deve ser encarado de forma mais complexa, onde TODOS devem ter responsabilidades, senão deixemos de ser hipócritas e aceitemos o CAOS.
Eu nunca tinha lido uma descrição tão perfeita dessa galerinha da cidade.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
E não tive crise de riso mais sincera durante todo o dia.
Ameeeeeeei! hauhaua
Parabéns pelo texto! É um alívio ver que na mídia ainda existe gente que não puxa saco dos playboys. Esse texto cristaliza bem a identidade dos playboys e mostra que cada vez mais eles se sentem impelidos a aparecer mais. Não consigo entender como alguém vive não por seus ideais mas sim para alimentar seu ego ao sentir aceito em um grupo de gente fútil. É um comportamento completamente irracional mas ao mesmo tempo bastante comum em Natal. É uma pena nossa cidade ter tanta gente assim. Uma cidade tão bonita como Natal merecia gente melhor.
Há um mau-gosto na desordem de viver…
Com os clichês & ironias do ‘post’, eu fiz o meu dia. Concordando com o Sr. Paulo Maia, “Viva a diversidade” e/ou seus esteriótipos, pois sem eles eu não estaria aqui me divertindo tanto.
Mas boy, essa gatation aí em cima foi previsível em seu comentário, eu rí.
Grande Fialho!
Intressante. Lendo o texto e os comentários me senti excluido, não, não quero ser playboy, me senti excluido porque atentei para um universão que é tão fora do alcance de um jovem de classe média baixa (pra baixo) que eu simplesmente ignorava esse mundinho grifado onde os sobrenomes valém algo além de apelidos.
Estranho… Me sinto um pouco mais humano, julgo as pessoas por um algo a mais.
“# Franklin D : – 19/março/2010 às 11:56 -
Eu achei um bom comentário para desculpa de lisos. Vão ajeitar as antenas que estão em cima da casas de vcs , rapá. São tudo uma cambada de invejosos, não pegam nada e aí ficam criticando quem pega. Tão de mal com a vida é? Também dormindo com muriçocas e andando de “buzú”… ”
Sem mais, meritíssimo.
Muito boa a replica desse Paulo Maia!!!!
muito inteligente em suas palavras!
PARABENS!!!!
Muito boa a replica desse Paulo Maia!!!!
PARABENSSSSSSSSS
Acho que esse franklin D não deve ter nem o 2º grau, que hj se chama ensino médio… é deplorável ler algo tão estúpido e inutil.Agora eu aconselho: Vai estudar playboy, Vai ler um bom livro, faça alguma coisa de útil nessa tua vida. Aprenda a se comunicar. Faça da sua passagem nesse planeta algo simplório e construtivo….Reflexao é a melhor saída.
Paulo Maia, adorei o que vc escreveu, bem como adoro tudo o que Fialho escreve. Pois bem, resumo tudo isso no que eu aprendi em minhas aulas de “indústria cultural”, Natal é capacitada e gabaritada em produzir o oposto disso, tudo é motivo de moda e a inteligência dessas pessoas, cadê?
Thereza Raquel
Natalense e folião[2]
Faltou falar da “origem” desses plays, onde toda essa futilidade foi oficializada: os colégios, com suas mensalidades ‘pelas tabelas’ e sua função de formar os pequenos burgueses! CEI, Neves, Marista. De lá, a panelinha segue então para as faculdades particulares, prontos para agregar novos valores sociais… Parabéns pelo texto! Nada mais que a verdade! Gera uma boa reflexão sobre o nosso papel social: Será que precisamos dessa auto-afirmação? Poderíamos expandir nossa atenção para algo mais além do nosso umbiguinho?
Paulo, em muito bom português, não conseguiu descrever seu modelo de “alternativo” da mesma forma brilhante com que Fialho retratou o “jet-genérico natalense”. Quando se pensa em alguém “alternativo”, a idéia não é tão fechada, apesar de não ser irrestrita. Mas, quando se pensa em playboy/patricinha, a imagem que vem à nossa mente é exatamente essa que nos foi muito bem descrita por Fialho. Talvez os playboys se doam, principalmente aqueles que são bem estudados, que conhecem Bukowski e Nietzsche. Talvez se sentiram agredidos por terem pedigree (no bom sentido, por gentileza), que dita o tom azulado do seu sangue. Quando nos vemos num mau reflexo, a primeira sensação é essa, mesmo: de desagrado. Perceber-se inserido num nicho que aprecia superficialismo, esse também característico do jet potiguar, de fato, não é motivo pra ser festejado. Se pensarmos por outro ângulo, é até bom que esse pessoal subsista, porque, apesar de, em sua maioria, não acrescentarem nenhum valor efetivamente à sociedade, de outro, são decisivos pra manutenção da organização dessa mesma (não só a potiguar, mas a brasileira). Legislar pra essas pessoas, administrar o lugar onde vivem e julgá-las é muito mais fácil, desde que contribuam pra manutenção da organização de sempre, dos postos de poder de sempre (vinte anos a mais, vinte anos a menos…). Fazer isso tudo pra quem já tem o pensamento cristalizado, mais fácil de ser manipulado, é também muito mais confortável. Isso me remete à imagem de um certo animal, muito ligado à imagem do Nordeste. Mas esse detalhe fica pra outra oportunidade. Como diz a música: “tá cada vez mais down no high society…”.
Marcela Mendes
Natalense, foliã, mas marciana.
OBS: O CERTO É ESSE
VIVEMOS EM UMA SOCIEDADE E UM MUNDO ONDE REBOLAR ATÉ O CHÃO, TER UMA BUNDA GRANDE, VALE MAIS QUE O CARATER. PAREM DE JULGAR OS “ALTERNATIVOS” E OS “PLAYBOYS” NO LUGAR DE FICAREM SE CRITICANDO POR INTERNET QUE NÃO LEVAM A NADA, VÃO LER UM LIVRO. –>”SEJA A MUDANÇA QUE VOCÊ QUER VER NO MUNDO”<–
ESTRANHO DEMAIS TUDO QUE OBSERVEI NESSA PAGINA, JOVENS CRITICANDO ATITUDES DE GRUPOS DIFERENTES. ACORDEM CADA UM SE INDENTIFICA COM UMA TRIBO, OU ENTÃO VOCÊ MESMO PODE SER SUA TRIBO. NÃO JULGE, POIS DA MESMA FORMA QUE VOCê CONDENA AO ALGUÉM LHE CONDENA. POXA! QUEM FEZ ISSO E QUEM DEIXOU ESSES COMENTÁRIOS FORAM BEM INTECIONADOS, MAS É SÓ A PROVA MAIOR QUE TODOS VOCÊS AI DE CIMA SÃO ALIENADOS COMO AS PESSOAS QUE OS CRITICAM.
ACORDEM PARA VIDA. VOCÊ É PERFEITO? VOCÊ FAZ TUDO CERTO? PQ A SUA TRIBO É A CERTA E A DO OUTRO É ERRADO? OLHE PARA O SEU PROPIO UMBIGO E FAÇA O QUE VOCÊ ACHA CERTO. VAMOS PARAR DE GENERALIZAR PORQUE ISSO É PEQUENO DEMAIS.
UM GRANDE BEIJO. E REZEM. SÓ DEUS PARA SALVAR NOSSO MUNDO.
Parabéns pelo texto. É a mais pura verdade.
Ótimo texto!
Só pode ser muita falta do que fazer, um cidadão que se propoe a fazer um texto como este aqui,quanta frustração na vida desse autor, perder tempo e massa, pra criar um texto pra um tipo de gente que ta cagando e andando pra ele… Kkkkkkkkkkkk …
Obs * Não sou Playboe, nem carro eu tenho, Mas acho textos como este aqui um Lixo só, cada um se incomode com a sua vida e com e leve ela da maneira que achar melhor… Esse desdém todo apresentado nesse texto, transparece Inveja desse autorzinho ae, até parece que ele queria ser um Playboe mas como é lizo, derrama toda a sua frustração elaborando um texto como esse.
Nesta página, todos os méritos à réplica de Heloísa Melo.
Para o autor do texto, uma única frase:
“Não acredito na sabedoria coletiva da ignorância individual.”
(T. Carlyle)
vi o texto no orkut pela comunidade do América de natal. e gostei bastante.
Natal é uma cidade que vive em cima de status. e pra piorar, muitas pessoas vão concordar com o texto, falam por aí que tem nojo de “playboys”, mas tem atitudes parecidas com boa parte deles. infelizmente!
gostei do comentário do Rodrigo, só acho que ele não entendeu o sentido do texto, ou talvez tenha sido eu.
Gostei muito da crônica, é óbvio que o autor foi genérico,como a afirmação seguinte: TODO BRASILEIRO GOSTA DE FEIJÃO, é claro que existem muitos brasileiros que não gostam de feijão, mas você utiliza um termo TOTALIZANTE, para explicar uma realidade.
O único problema está nos rótulos, rotular é algo muito complicado!
Mas seu texto filho, foi bastante provocativo, quantas vezes a gente se preocupa mais com a impressão que vai causar para se sentir aceito, e nós mesmos não nos aceitamos.
Muito mais do que criticar os playboys e patricinhas, você mostrou uma parte da nossa realidade.
Ah, Fialho, esqueceu de falar da veelha camisa polo listrada horizontalmente ou com o cavalinho no peito.
Fialho fez um texto que cumpriu sua finalidade, agradar e desagradar. E digo que foi mais além. Fez até playboy de nome/sobrenome escrever réplica igualmente provocativa (se é que não pagou pra alguem fazer isso)… kkkkkk
Enfim… Parabens pelo texto !!!
Disse o que todos nós sabemos, mas a gente finge não saber. =) High Society natalense!!
sou de Outro Estado, faz 3 anos.
e percebi essa rotina da linda Natal!
Eu lí um texto ou vi um retrato da “playboyzada” natalense?
Parabéns, colocações perfeitas…
esse texto me fez lembrar de algumas pessoas…a mais pura verdade!
rapaz,foi perfeito! só faltou vc dizer q a playboyzada e os metidos a playboy estão no carnaval de caicó(ou olinda) e q na semana santa eles pegam o beco p pipa! rsrsrsrs
PERFEITO… nada mais sincero!
Concordo plenamente com o amigo, hj a coisa está dificil, qualquer pinta que compre uma “okaley” é um boa familia, o fato é que as mulheres de h em dia em sua maioria gostam de pinta (vagabundos que só às comem) então ta dificil! mas é a vida, nós! classe alta temos de usar nossas armas enqt esses fdps usam as deles! concordam? não hámais escapatoria! é ter q sair no pau mesmo, armas por armas! a promiscuidade e a perição esta enraizada em 99% das mulheres de h em dia então vamos à luta companheiros..desejo boa sorte a todos e espero boa sorte pra mim kkkkk Passar bem aos meus semelhantes!
A verdade é esta mesmo. A sociedade jovem natalense é podre, e tem muita gente que vive de aparência, da roupa e do carro da moda, muitas vezes não pagos . O que lamento é que este grupo a cada dia aumenta mais, e não venham me dizer que este crescimento é fruto do desenvolvimento e da melhoria do padrão de vida do natalense, não é. O que importa é mostrar o corpo sarado e os bens materiais “conquistados” com muito esforço por estes imbecis(os pais também tem culpa). O lado bom que vejo nesta parte da sociedade, é que, na prática, eles só fazem mal a eles mesmos, uma vez que o círculozinho deles é bem fechado e só convivem entre si. De vez em quando, um deles leva um “pau” de alguém de fora do grupinho que não aguenta um “arroto” de arrogância e reage.O que foi escrito por Fialho é um retrato fiel do que acontece não só nos points, mas em outros lugares da nossa capital, afinal, às vezes, este povo superior vai ao médico, ao dentista, ao supermercado, ao cabeleireiro, ao jogo de futebol(principalmente do América, mas só quando o time está bem lógico, os americanos de verdade sabem disto), à facul(esta é complicada), ao cinema, etc. Nestes lugares, eles também exercem o seu papel de “donos do mundo”. A única falha que percebi no comentário foi a citação pessoal de membros “superiores”, eles não merecem mais destaque do que já possuem kkkk.
Hehehehe, Sabia que meu sobrenome era tão bem aceito não!! Devo ser da parte lisa da família =D, mas no geral gostei da crítica, e não se espante que o resto do Brasil seja assim não, tem inclusive outra figura que acho que vc ainda não abordou, o agroboy (mistura de plaboy com elite do interior).
*Eu achei um bom comentário para desculpa de lisos. Vão ajeitar as antenas que estão em cima da casas de vcs , rapá. São tudo uma cambada de invejosos, não pegam nada e aí ficam criticando quem pega. Tão de mal com a vida é? Também dormindo com muriçocas e andando de “buzú”…*
Esse conseguiu responder por toda playboyzada imbecil que faz parte da sociedade natalense, ô racinha nojenta! Vão estudar bando de acéfalos, deixem de se gabar e exibir o dinheiro que o papai de vocês conseguiram.
Hahaha, muito bom! Eu vim do Rio de Janeiro morar aqui em Natal e realmente… nunca vi cidadezinha mais provinciana.
Para minha querida Marcela, e continuando o debate…
Obrigado pelo moderado elogio a minha escrita, mas talvez eu não tenha sido tão bem sucedido em minhas pretensões. Se eu concordo com o retrato do playboy natalense descrito por esse… ah… “escritor”, eu o faço apenas em parte. Ele (o retrato) também se encaixa para os playboys de Recife, Fortaleza, São Paulo, mudando apenas, no máximo, o estilo musical. São estas também cidades provincianas? Qual o prâmetro utilizado por Fialho para ridicularizar nossa cidade?
A verdade é que todos estão inseridos num certo padrão, inclusive os que não são “playboys” ou “mauricinhos”… Paulo Maia foi muito bem sucedido em sua réplica, ao versar sobre isso, e concluir o óbvio: toda generalização é burra. Já conheci membros da “elite” que realmente agiam conforme alguns comportamentos descritos no texto (e ainda assim, são exceções), mas o problema não advinha do fato dele(a) ser playboy/patricinha/bixinha, e sim um inerente desvio de caráter. Já conheci também outros que não se encaixavam no conceito de playboy e demonstraram, estas sim, um comportamento provinciano, de não aceitação de nada do que é diferente.
O que cansa é esse argumento de que o povo de Natal é provinciano, de que a “playboyzada” (palavra que aqui ganha um tom pejorativo) é burra e fútil… Como Paulo reportou em seu argumento, o passatempo favorito dos que não são playboys é falar de quem é.
Eu não me sinto nem um pouco vazio ou acéfalo por frequentar camarotes, fumar, tomar whisky e red bull, gostar de vaquejadas e principalmente por ser amigo dos meus amigos. Não trocaria nenhum deles por um preconceituoso com uma visão tão limitada da “sociedade natalense”.
É bem verdade isso que vc falou, mas generalizar é uma coisa que não me agrada.
Sou de Recife, mas moro aqui há 15 anos e vejo essas coisas, inclusive frequento alguns desses lugares, mas não vou sempre, vou apenas quando as pessoas que me interessam vão comigo (leia-se meus amigos), se estes preferem ficar em casa tomando uma gela e conversando tbm tá de boa. Não é uma regra.
Concordo com o que o Paulo Maia e a Heloisa Melo falaram.
Acho que cada um devia cuidar da sua vida. Coisa que as pessoas daqui de Natal não têm costume de fazer.
O texto é ótimo. :)
por isso q estou cagando e andando p/ “elite” dessa cidade, onde o importante é andar de carro zero, mesmo q o financiamento esteja atrazado
Muito bom o texto! E extremamente fiel à realidade, infelizmente!
Parabéns!
“E o difícil, major, não é nada fácil. ” kkkkkk
kkk muito bom
Quer saber? As críticas que li ao texto de Fialho não foram escritas por pessoas do “grupo” ao qual o autor descreve, pois eles sequer perdem tempo a discutir qualquer coisa. Vivem a margem da sociedade, melhor, acima dela. O que realmente lhes importa é viver o seu mundo independentemente dos anônimos. Se quiser entrar em seu grupo de amizade e saber o que passa nessas mentes seja famoso e apareça!
Carlos,
agradeço esta tão precisa descrição que me permite constatar o que eu desde a minha adolescência já sabia: não pertenço a esta cidade/sociedade, que assemalha-se cada dia mais, a uma prostituta velha que faz plástica em cima de plástica e fica cada vez mais descaracterizada, deformada e irreconhecível!
Um abraço,
Continue iluminado e ilminando…
Rapaz, eu não considero DJ quem passa a noite apenas “trocando” CD´s, aliais, como a grande maioria faz.
Conforme comentário de outro leitor, a droga é que essas “pessoinhas” estão invadindo todos os espaços de Natal. Uma pena. Você já os viu na Livraria do Midway? Fazendo pose de quem lê?
kkk.
Caro Fialho,
esta não é uma verdade só para Natal não…Não mesmo! É nua e crua à qualquer lugar, infelizmente. Muitos que tentam iniciar nesta vida, não conseguem, não é para qualquer um, tem de ter um certo talento, certa “manha”. Adorei o texto, ignorei tais preconceitos de seus leitores e eu, como uma boa fã, fiquei com vontade de ir à Natal e observar de “perto” sua narração! He he he…Short florido é ótimo, ainda é moda pra “rapeize” ???
Adorei a leitura.
bjks, Sulla Mino (Escritora)
Tem gente viajando na maionese nesses comentários. Não dá pra simplesmente ler o texto do Fialho, rir, pensar e pronto? Como falou a Ana Paula acima: é uma brincadeira, não um tratado sobre comportamento humano! Vocês se levam muito a sério… tsi tsi tsi. Sensatez, meus caros, sensatez…
Ah, e Fialho, show mesmo vc hein?
Muito bom o texto, isso retrata os jovems de natal hoje em dia .
mais eu sou Dj, e tou na batalha a muito tempo, nao vamos generaliza e fala agora que todo dj e um ‘playbozinho’ que esta ali pra ganhar status. a divergencias nisso. mais o texto e muito e foi muito bem escrito (:
OOMMEEE… ENTÃO DIGAI COMO A JUVENTUDE DEVE SER!!
Façamos então o modelo de juventude ideal que você preconiza… pois ou é o do seu jeito, ou não é… estou errado? ;D
Muito bom! Já passei para todos meus amigos/colegas/conhecidos.
O bom que para manter todo esse luxo é necessário muito R$, muiiiiiiiiiiito mesmo. Imagine que a maioria dessa classe é de origem ou envolvimento político (Só lembrei do marginalzinho Fábio Farias). É mais fácil e menos caro usar o dinheiro público.
Essa é a parte da corrupção, da sonegação e etc…. Ouvi falar que as mulheres dos prefeitos chegam a gastar R$ 10.000,00 de roupa por mês (só de roupa), elas não podem usar a mesma roupa mais de uma vez. A Maioria desses playboy tem carro zero km pelo fato do pai ter grandes negócios com Estado (esquema, desvio, etc…) é fácil dá presentes quando o R$ vem fácil.
Fico imaginado toda a posse dessa gente que dá uma de bacana, com o dinheiro ganho desonestamente.
Brasil…. Até quando…
“Estamos evoluindo para não evolução”
Muito engraçado!!
Ótimo escrior! :)
Adorei a parte que fala dos sobrenomes..é engraçado como se tem esta necessidade de agregar sobrenomes pra demostrar força familiar ou patrimônio…no meu tempo era tudo no apelído…rsrs…parabéns Carlos..você como sempre com excelente texto.
Texto muito bacana, bem construido e fundamentado! massa!!!
Lembrei dos antropologos que faziam (e fazem) seus estudos sobre tribos indigenas (para alguns um “povo estranho)! inteligentissimo o raiocinio! com um conhecimento de causa assombroso…huahauhauahauhauahauaua pense no orgulho que tenho da minha cidade quando vejo um retrato deste! huahauahuaua
Só acho que vai ficar dificil para a galera da playbozada ler, inteligente d+, dificil d+, longo d+ para a enorme capacidade deles…rsrsrsrs penso que talvez eles nem saibam o que é “acefálo” huahauahauhauhauahau o que corrobora, em certo sentido, p/ a propria ideia do termo neh… hehehe
mais uma vez, parabéns pelo deleite e a delicia que ler um texto bacana como o seu.
Halyson “simples” Silva
Interessante, legal… bom saber que tem gente que pensa como eu ;]. O pior é que, pra essa elite de mentirinha, tudo irá continuar como é … eis a lei da selva, quem somos nós para contrariar.
Caramba,muito massa! kkkkkkkkkkkkkkk
Concordo que a carapuça serviu para muitos e isso acaba provocando réplicas hilárias… o que dizer da imbecil que pela falta de argumentos dispara:”…mas você é feio…”
E antes de qualquer coisa: Sou feio que dói. O que realmente me incomoda nesses comportamentos é a absoluta falta de respeito com os outros, sejam com paredões de som tocando música de gosto duvidoso que tentam obrigar a todos ouvirem, na imposição ditatorial das grifes ou na falta de cultura para discutir qualquer assunto que não seja ligado à vaquejada, boate ou micareta. Qualquer um que não se enquadre no biotipo, não é digno.
E outra coisa: Antes ser escritor do que DJ.
Caio Caesar.
No quesito polêmica, parabens! Já recebi o o link do artigo (via email) de várias pessoas. Para mim, melhor que o artigo foram as colocações do natalense e folião Paulo Maia, que tambem merece congratulações.
PARABENS FIALHO!!!! vc descreveu com perfeição a nossa triste realidade, infelizmente é assim mesmo que a galera se comporta pra ter um espaço na sociedade, sera que vale mesmo a pena todos esses sacrificiosss??? acho que nao hein? kkkkkkkkkkk
beijosss
O texto é em uma linguagem que me agrada muito, cômica e que retrata direitinho o que acontece na cidade mas NÃO somente com o grupo das patricinhas e playboys que são os mais comuns sim, mas com os restantes. Alternativos e etc.
E antes eu pensava diretamente e focadamente igual a muitos aqui, generalizava o meu próprio mundo “fútil” ou não mas me via entre eles e aí, seria eu hipócrita a este ponto como muitos outros que também vivem na mesma realidade do que eu?
Existem as exceções e não podemos generalizar estes conceitos pois como já citaram acima, em outras cidades a realidade é bem semelhante! Existe e SEMPRE irá existir, cabe a você mesmo ter seu estilo, bebendo Red Bull com Whysky, fumando um cigarro ou usando roupas caras ou não. Tem gente que trabalha e curte dessa maneira e tem gente que não precisa trabalhar. A sociedade, o mundo, as pessoas, isso faz parte de uma realidade. Ou seja, o texto foi somente pra rirmos do que acontece independente de qualquer conceito.
Gosto do seu jeito de escrever, parabéns Fialho!!!
Gostei do texto e concordo com tudo.
Li alguns comentários e sinto nas palavras que há alguma revolta nas pessoas onde a “carapuça” serviu perfeitamente.
Acho que nem todo mundo entendeu que pra ser playboy ou patricinha não está relacionado com o fato de ir ao seven, vestir roupas caras, ter uma hylux e frequentar as melhores academias. Ser playboy ou patricinha está no COMPORTAMENTO.
Escutem “Loira Burra” e “Retrato de Playboy” de Gabriel o Pensador e vão entender o que estou falando. A propósito, vou encerrar com uma frase de uma dessas músicas:
- “Existe loura burra morena, ruiva, preta… loira burra careca. E tem a loira burra natural também. Cada loira burra é de um jeito, mas todas são iguais.”
É exatamente o sentido dessa frase que o autor quis expressar aqui, salvas as devidas comparações
Você não poderia caracterizar melhor o que vemos de longe acontecer…
Espero que esses não sejam nossos futuros representantes e percebam que protestar só enfatiza que eles são futéis e não têm nada além de dinheiro(o que não é nada!) Boa crônica, parabéns!! Com toda certeza essa será a primeira de outras crônicas que irei ler…
Parabéns mesmo!!!
Gente, que perfeito o seu texto!!!
Essa é exatamente a realidade da terra dos eternos “novos ricos”. Ninguém se cansa da futilidade e da infantilidade que permanece quando se “atrofia as sinapses neuronais por falta de uso”. Parabéns pelo texto!
Parabéns à Fernanda Mendonça. Concordo com tudo o que foi dito por ela!
Tenho certeza que 90% das pessoas que amaram o texto do Fialho(por sinal, muito bom) e concorda plenamente com o que foi escrito, queria fazer parte da ”high society” natalense.
Poupe-nos. Não sejam tão HIPÓCRITAS!
Natal, a terra do sol, do Rio Potengi, das dunas, mar, praias ex-uberantes. Potiguar, Papa-Jerimum. Saudosa Natal das décadas de 80 e 90, cidade tranqüila, “arrumada”, casas antigas que a enfeitavam, ruas vazias de carros, semáforos… Mas tinha muita lombada. As pessoas de Natal, os Natalenses, ainda os mesmos…
Os playboys, as patricinhas, os roqueiros, os maconheiros, os pobres, os ricos e tudo junto ao mesmo tempo. Os tradicionalistas (talvez todos) e ao mesmo tempo os anarquistas, contrários aos costumes papa-jerimuns, críticos, eternamente críticos. Reclamavam de tudo: do paralelepípedo que embelezava a cidade, mas “fodía” com os carros, da falta de ônibus, mas todos tinham carros do ano, dos preços dos ingressos dos shows na Vila Folia, Hooters, Largo da Rua Chile, mas ninguém trabalhava, até pela notória e numerosa juventude, dos políticos, de todos eles, mas a cada pleito surgiam as mesmas caras e bocas e falácias e, pronto, novamente os mesmos, da polícia que se chamava e nunca vinha, mas não havia crimes, das barracas na praia de Ponta Negra, porque sujavam, fediam, poluíam, mas quando a prefeitura do Natal obrigou os barraqueiros a saírem da areia da praia e irem para o novo calçadão, todos reclamaram, dos preços das mortalhas, abadás, camarotes do Carnatal, mas todos os anos todos presentes, mesmo com atestados médicos, ossos quebrados e engessados, até os críticos iam, ou vão, ou… Só essas hipóteses que me recordo.
O mundo Natalense reclamava dos forasteiros, mas venderam tudo que tinham e não tinham para os estrangeiros, reclamava que tinha pouca opção para sair, agora reclama de muita opção, reclamava que as “bichinhas” eram feinhas, mas gostosas, hoje reclama que as “bichinhas”, apesar de gatas, são promíscuas, e as mulheres que só tem veado, rimou com o nome de um conhecido meu.
Ouvi muita reclamação dos estudantes dos colégios de freiras e padres ao dizerem que tinham os melhores aprendizados e status, mas o objetivo, CEI, Hipócrates aprovavam mais e os cursinhos deles estavam lotados de maristas, auxiliadoras, cics, reclamavam que Ponta Negra era muito longe e que Petrópolis o melhor bairro, mas todo mundo queria morar mais perto do Careca e mais longe da Mãe, a Luiza mesmo!
A década de 80 se foi, a de 90 passou, agora estamos nos anos 2000!
Mas as empresas são as mesmas, os proprietários de casas noturnas, bares e restaurantes os mesmos, os políticos os mesmos, as ruas asfaltaram, mas os carros entupiram-nas, as calçadas lindas, pintadas, com plantas e árvores, estão cheias de areia, lixo, desníveis, fachadas disformes, a cidade não cresce mais, ela incha e como ninguém quer morar em Nova Parnamirim, Parnamirim, Pium…Mas nota-se a explosão demográfica nesses lugares, até Alphaville tem em Natal, porém quase que em cima de um rio…
Estive em Natal recentemente, todos reclamavam de alguma coisa, falta de trabalho, desorganização dos serviços públicos, ignorância do povo, falta de dinheiro, porra, só ouvi isso, como ouvia nas décadas de 80 e 90, gente que está na 3ª faculdade e não quer concluí-la também pois vai para a 4ª. Trabalho? Os mesmos, com as mesmas reclamações dos patrões, salários, condições e etc.
Mas na verdade nunca vi o Natalense ir à rua, fazer passeata, pedir o Impeachment dos Maias e Alves, jogar pedras na Secretaria de Turismo, (re) tomar posse dos terrenos à beira-mar, viabilizar o surgimento de Indústrias, pecuária, agricultura, prender os corruptos, educar os ignorantes, comprar carros usados, recompensar os professores, demitir os jornalistas e publicitários imortais, exigir a construção de novos museus, bibliotecas, salas de teatros, debater políticas em cafés, boicotar os boicotes dos preços dos combustíveis, alimentos, bebidas, ingressos para eventos, dos caranguejos, derrubar as casas da enseada de búzios, pirangi, pirambúzios, pium e cotovelo, proibir o avanço da praia da Pipa, perguntar que diabo de prédio é aquele que fica antes do aeroporto na BR à direita de quem vai para Parnamirim com muros de tijolo aparente, exigir que os Hotéis da Via Costeira tenham saneamento, que a Vila de Ponta Negra também, que a Praia do Meio seja urbanizada e não invadida, que as forças armadas limpem seus terrenos, que o Rio Potengi seja despoluído, que o forte dos Reis Magos seja revitalizado, as Dunas de Genipabu sejam fechadas e salvas! Que os Políticos se aposentem e que mais da metade da população do Rio Grande do Norte saia da grande Natal e povoe e construa um interior mais desenvolvido.
O mais interessante é que aqueles que reclamam são os que menos fazem e quando fazem, o fazem na sombra dos pioneiros suados e cansados de tentar modificar algo nessa cidade tão linda e aconchegante.
Não espero que Natal mude, mas sim que o Natalense para de reclamar, ou então: “VAMOS MINHA GENTE, MÃOS À OBRA!
Perfeito. Tudo que eu sempre quis dizer e nunca consegui sobre os playboys. Mas o pior é o seguinte: todas as patricinhas são gatas, mulheres que eu nunca comerei, porque elas só se interessam por caras que parecem a mesma pessoa. E eu passo longe disso.
É meu povo…
Playboy de natal é diferentes?
http://www.youtube.com/watch?v=Jx0kCrD7QRA
O que falar né? De fato o texto é o retrato FIEL de playboy e tudo mais, só que não apenas dos natalenses e sim de qualquer lugar.
Cada localidade tem suas particularidades e locais que os diferem, entretanto a essência é a mesma.
Texto excelentissimo Fialho, você foi fiél na retratação na ‘cena playboysistica’ de Natal… o que pude perceber é que muita gente não entendeu o que você quis dizer… Não falou do ‘Jovem Natalense’ como um todo, mas o ‘Jovem Natalence Playboy e/ou as patricinhas’ , como também não disse que todo DJ é um playboy, mas que a nova moda do playboy é ser DJ.
É uma realidade, é sim, como conheço milhões de pessoa que são desse jeito e são conhecidas por ter um sobrenome importante ou por usar roupas e ter um carro do ano, e o intelecto?! bom isso melhor realmente não comentar… As pessoas que se doeram, é a carapuça serviu né?!?!?!
Não foi nada preconceituoso, até porque preconceito significa julgar antes de conhecer.. e nesse caso conhecemos bem até demais… É claro, assim como um todo de uma massa há suas excessões. mas o grande Carlos Fialho falou de um modo geral, onde se encaixa 90% de playboys e patricinhas da sociedade Natalense;
Valeu Fialho, você foi muito foda!!! :*
Caro peladeiro Fialho,
Parabéns por suas verdades e por seu texto tão bem escrito, como sempre, e com tantos detalhes ricos sobre nossa sociedade. O engraçado é que parece que ninguém que comentou aqui está inserido nesse contexto descrito pelo texto – todos falam do ‘mal’ de nossa sociedade quando nós “playboys” que a fazemos. Se alguém nunca fez esse circuito acima descrito (não com tanta precisão horários ou dias)que jogue o primeiro ‘tijolo amarelo’.
Vou te dizer, meu amigo. Concordo muito com tudo escrito, é uma análise perfeita de nossos dias, porém, precisamos olhar para nós mesmos e aceitar quem somos antes de criticar nossa sociedade.
Uns querem ser alternativos, só frequentarem shows de rock – outros só reggae. Creio que devemos frequentar o que gostamos e experimentar outros eventos sim, Maranello, Medievo, Catita, Peixe em Seu Pernambuco no canto do mangue, etc.
A colega Cristiane Maia (acima) também está certa, vamos ser sensatos, este é um texto divertido mas claro que tem um propósito.
E se todos que cometaram aqui fizessemos uma coisa? Vamos curtir a vida como os “Playboys” curtem? Vejo vocês em desses lugares do roteiro ‘de’ Fialho. Abraço a todos e mais uma vez, esse foi um ótimo texto para se ler.
Muito bom o texto, descreve bem a playboezada de natal, me sinto mal quando frequento alguns ambientes, como bares, e vejo um amontoado de gente querendo aparecer mais que o outro, engraçado que um playboy nunca assume ser um, a moda agora é ser playboy humilde, aquele que mostra a todo mundo o que tem, mas aparentemente não se “gaba” por isso, vai entender né?kkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
esse texto é muito instrutivo… a gente aprende de quais lugares da cidade temos que passar longe durante o final de semana ;)
Putz… tive vontade de casar com o cara que escreveu isso… É mais que perfeito… Sem palavras… Vc é nota 1000…
E saber que essa escória acéfala e apodrecida será nossa “elite dirigente”!: tenho naúsea.
Parabenizo o autor pela boa dissertação acerca do conceito de .
Mas a reação geral me causou espanto, já que todos partiram pra agressão contra esse “novo” modo de vida. Desse jeito fica parecendo que tudo teve início ontem a noite enquanto eu via o Fantástico.
O MUNDO está organizado desta forma há muito tempo. A maioria das críticas está pelo menos com dois séculos de atraso.
Isso sim é provincial: achar que nós somos bem piores que os outros. Natal é realmente o feudo dos pessimistas.
Playboys potiguares, fiquem tranquilos! Vocês são o menor de nossos problemas!
(Aposto que a galerinha está afoita pela Parte II. Francamente…)
Parabenizo o autor pela boa dissertação acerca do conceito de “sociedade de consumo”.
Muito bom, hilário…
Ótimo! nada menos q isso, o texto retrata o q muitos já pensaram ou pensam de Natal! Rpz eu não sou de comentar, leio e guardo minha opinião, mas nesse eu tinha q parabenizar kkkkk o engraçado foi a briga e a repercussão tda! até parece q as pessoas q criticam esse texto não pensam a msm coisa qndo veem uma pessoa com all star (talvez naum esse pq tah na moda), calça folgada, enfim… simplesmente diferente! o que me chateia e me decepciona em Natal é isso, é uma cidade q não está preparada para o diferente! tdo mundo tem q ser igual, usar as mesmas coisas, ter a msm franja =P uma cidade tão bonita… e com pessoas bonitas tb… mas do q adianta… precisamos parar de nos importar tanto com os outros, ou a quantidade de dinheiro q o outro tem, ou os famosos sobrenomes (fantástico isso kkkkk q cidade pequena!!). Enfim, simplesmente parabéns! Registrou nessa coluna o meu pensamento!
Adorei os comentários dos que se tocaram. Como se precisasse… A gente já sabia que eles não seriam capazes de entender o texto de Fialho. A rotina deles é dura,minha gente!!! Entendam!!! Rs… O negócio do Ipod,… eu já vi, mas achei brega demais,não sabia que eles, tão esnobes, achavam chique. Meu Deus, o fato de citar sobrenomes, não generaliza, não inclui, necessariamente, vocês. Mas, como vocês quiseram… KKKKKKK. Me diverti demais.Ou sapiência,meu Deus!!!!!! Rs…
E viva os gays!
Natal é a cidade do oficial, onde ninguém quer ser alternativo. Um povo mais preocupado em ficar bem na foto do que dizer a que veio! Nojo! [2]
Quer texto mais verdadeiro? HAHAHAHA Você conseguiu pôr no papel tudo que eu sempre pensei sobre esses playboys. Parabéns, Fialho!
Joyce Galvão, nunca fiz parte da High Society, e nem quero. Sou muito feliz sendo do jeito que sou.
Beijos na bunda.
Gostei muito do texto, mas muito mais da polêmica que causou. Fialho é bom escritor e polemizador. Nossa, como me diverti com os comentários dos que vestiram a carapuça!! Muito engraçado! Gostei muito também do comentário do Paulo e do Enrico. O do Enrico é simplesmente perfeito!!!
E olhe que eu amooo Natal e sou ex-aluna do Neves, hein? (Mas, me formei na federal,não tenho iPod, nem me lembro da última vez que fui na Afonso Pena e troquei a vida em um apartamento próprio em Capim Macio–somente uma rua atrás da Roberto Freire— por uma casa com jardim e sossego em Parnamirim, viu? rsrs)
Ahhh esse mundinho tem em todo canto, aqui em João Pessoa não é diferente daí não. Nada contra qualquer pessoa ter dinheiro e usufruir de tais recursos para curtir sua vida. Mas o que se percebe é a qualidade de gente em que o dinheiro está na mão, pois alguém de caráter, instrução e o mínimo de personalidade, não precisa tá esbanjando nada e nem querendo ser mais que os outros. Isso no mínimo é coisa de pessoas com alguma frustração interna e consequente necessidade de auto-afirmação.
Gosto muito da cidade de vocês, vez por outra estou por aí, pois além de uma bela cidade, tem uma ótima energia e as pessoas são diferentes, muito atenciosas, pelo menos a grande maioria.
Natal é uma cidade mais ou menos com a mesma população de João Pessoa, mas uma coisa que nunca vi é sua periferia, você roda por aí e só vê equipamentos turísticos, shoppings e restaurantes. Acredito que há uma segregação sócio-econômica na cidade, assim também como é notável que a política é dominada por uma pequeníssima minoria.
A maioria das grandes festas e eventos no ano todo também giram em função do carnatal, não percebo uma identidade forte na música local.
No mais, isso é uma visão minha, alguém de fora, e que mais uma vez afirmo que pessoas acéfalas nesse grau aqui também tem. Agora esse negócio aí do IPOD na mesa foi f… esse aí deveria participar de um bloco carnavalesco aqui chamado de Cafuçu! Abraço a todos!
Antes de tudo: parabens pelo texto! voce conseguiu unir humor com simplicidade e colocar em palavras tudo aquilo que pensamos sobre essa “classe”! mas, como dito em comentarios anteriores, massificar a suposta “elite” natalense foi o erro que esta causando tanta polemica.
Sou frequentadora desses locais “pop’s”, barzinhos da moda e boates, pulo carnatal no coco e no chiclete, estudei no Cei minha vida inteira e convivi e ainda convivo com muitos desses “playboys e patricinhas” citados no texto, mas nem por isso sou uma alienada, tenho certeza!!
Infelizmente, o comportamento descrito é uma realidade. Porem, acho que voce, Carlos Fialho, é, assim como eu, frequentador desses mesmo lugares e participa desses circulos sociais, pois só alguem “de dentro” os descreveria tao fielmente. Eu, por exemplo, nao saberia caracterizar, como assim o fez o Paulo Maia, a sociedade alternativa natalense.Nao sei quais lugares frequentam, o que escutam ou como se vestem. Posso ate tentar um chute, mas acredito que me limitaria no velho esteriotipo de all star, rock antigo, etc.
enfim, adorei seu texto.nao me sinto ofendida de forma alguma pois sei que nao pertenço a essa classe e imagino (assim espero) que voce tinha uma certa “roda” de pessoas em mente ao produzir o texto.A essas pessoas so tenho a dizer que continuem vivendo sua vida da forma como acharem melhor, nao tenho nada contra.Opa, mentira minha. Menos alienação, por favor!!!
Parabens! continue expressando sua opiniao de forma constante!!
ps: ja tinha discutido a questao do sobrenome com pessoas de fora.mas isso eu defendo! nao é questao de status (pelo menos para mim) mas sim, de identificaçao! conheço milhoes de felipes, gabrieis, laras e stefanies!como identificar essas pessoas? 1-por apelidos ou 2- nome e sobrenome!! ;D
Que lindo, Enrico!!!!
Parabens!
Parabéns!
Vc falou o q1ue eu e outras poucas pessoas perceberam a tempos.
Em fim minha frase de efeito sempre é : NATAL É UM INTERIOR GRANDE!
ADOREI!
Cara… me diverti muito com esse texto!
Fantástico!
Quando ele falou do DJ fazendo pose e franzindo a testa eu ri de me acabar!
A mais pura verdade sobre um povinho metido a besta, que se acha mais do que todo mundo..que vive de aparência… que se lasca pra comprar um carro, só pra sair se amostrando…
Concordo com Paulo quando ele fala que há outros grupos…e que eles também tem seus defeitos…Interessante a critica dele..
Mas discordo com Heloísa quando diz que ele (Paulo) foi imparcial.
Pois ele também é DJ! E faz tudo que o texto diz… Em suma: ele também é playboy…
Não estou dizendo que sou melhor que todo mundo… não é isso… Mas é de dar nojo esse povinho…
Por isso, para também dar uma de pensador e culto, cito alguns pensamentos o “mestre” Tyler Durden:
“Somos uma geração fraca de Homens sendo criados por mulheres. É preciso e é verdadeiro se apegar emocionalmente a outra pessoa que precisamos para sermos felizes? Não há outros métodos?”
“Eu rejeito as assunções básicas da civilização, principalmente a importância que se dão aos bens materiais.”
“Nós não somos o emprego que trabalhamos, não somos o uniforme que vestimos, não somos o carro que dirigimos, nem o êxtase sexual efêmero que sentimos, não somos o dinheiro que temos na carteira, somos a merda e a porra do mundo que faz tudo pra chamar a atenção.”
“Todos os métodos de sedução utilizadas pelas propagandas da TV fazem vocês correrem e desejarem coisas banais que a sociedade afirma que são importantes pra vocês, tudo no intuito de ganharem mais dinheiro as custas de voces seus idiotas. O sistema capitalista nos educa e nos transforma em meros consumidores, pois para as grandes empresas corporativas é tudo o que somos.”
“Somos os filhos do meio da História da Humanidade, sem grandes propósitos, sem lugares. Nós não temos mais grandes guerras mundiais, nem grandes depressões. Nossa guerra é a guerra espiritual, e nossas depressões são o vácuo que transformamos nossas vidas.”
“Trabalhamos em empregos que não gostamos, para comprar um monte de coisa que não precisamos.”
“Eu vejo aqui as pessoas mais fortes e inteligentes.
Vejo todo esse potencial desperdiçado.
A propaganda põe a gente pra correr atrás de carros e roupas.
Trabalhar em empregos que odiamos para comprar merdas inúteis.
Somos uma geração sem peso na história.
Sem propósito ou lugar.
Nós não temos uma Guerra Mundial.
Nós não temos uma Grande Depressão.
Nossa Guerra é a espiritual.
Nossa Depressão, são nossas vidas.
Fomos criados através da tv para acreditar que um dia seriamos milionários, estrelas do cinema ou astros do rock.
Mas não somos.
Aos poucos tomamos consciência do fato.
E estamos muito, muito putos.”
Bom, Fialho, parabéns pelo texto.
Sua polêmica nos fez pensar e ter vergonha de quanto ridículos e fúteis nós somos!
Obrigado!
Excelente o texto e muitos vestiram a carapuça…engraçado, até um jovem juiz de direito se sentiu incomodado com um fato de conhecimento que todo nordestino sabe: Natal é uma cidade de muita gente metida a besta.
E eu concordo com o comentarista que mordeu e assoprou dizendo que na verdade, acredita e preza pela diversidade do nosso Estado democrático de direito. Acho que todos devem fazer o que gostam, sem comprometer a sua substência e de sua família (será) e sem ter um oficial de justiça correndo atrás de si, com um mandado de busca e apreensão de seu carrão.
Para você que vestiu a carapuça e tomado por emoção não compreendeu o texto, o que o colunista fez foi descrever claramente um comportamento “manada”, de quem não tem nada na cabeça e só repete as ações e trejeitos do new jet potiguar. Não são autênticos, são uns repetidores de conduta. Não sabem nem a razão de repetir tal comportamento, apenas o fazem, pois afinal está na “moda”
Cacá muito tempo que não te encontro…Parabéns!
Me deixou com a bunda suada de tanto tempo sentada lendo essa página!
Liberdade de expressão…melhor coisa que existe…
Grande abraço.
Cara, vc só sabe criticar os Plays e as Pats de Natal.
Que tal falar um pouco sobre os alternativos-revolucionáriso sem causa de nossa cidade?
Que tal falar um pouco de vc?
Parabéns pelo texto! Sua ironia e sarcasmo atingem perfeitamente o objetivo de descrever esse esteriótipo que encontramos em Natal. Só tenho uma objeção a fazer: de que adianta falarmos mal, criticarmos, menosprezarmos, se não fazemos nada em troca para melhorar a situação? De fato, a denúncia leva ao debate, mas não podemos ficar somente nele. É preciso que se diga o que fazer, como mudar, por que mudar. Vivemos em sociedade e ao repugnar o outro não contribuimos para que essa sociedade seja como idealizamos. Não me refiro a você especificamente, pois não sei do seu trabalho e da sua vida pessoal. Buscar a não alienação é sempre um bom caminho!
Fialho nenem
deixe os mediocres em paz, pq que nao pode ser playboy,metido e bobo? Não conheço nenhum texto de playboy criticando a empáfio de quem leu um pouco mais de um livro por mês, que escuta Franz Ferdinand e frequenta…sei lá onde é que presta pra ir em Natal atualmente, na verdade acho que o nosso problema é que a gente tá demorando a entender que Natal não é mais pra nós, é pra eles, se todo mundo legal que comentou aqui se mudar pra Jampa, podemos ter uma cidade legal, sem rapariga, gringo lumpen e playboys e patricinhas decerebrados….será? Vamo logo seguir Manoel de Barros homi…De onde estou já fui embora. E vamo esquecer esse povo que daqui a pouco todos vão casar, ter filhinhos e arranjar emprego público (você precisa falar desse povo que trabalha em secretaria e traz perfume importado pra ajudar na renda) pra poder pagar o colégio e as viagens pela Arituba rs
Recebi esse texto outro dia via “corrente” (email) .. Odeio essas famosas correntes, mas como publicitário fui fisgado pelo título que aparecia e se destacou rapidamente dentro outros emails que no mesmo dia chegaram, abri.. esperando talvez “mais uma corrente” .. paguei pra ver, igual quando abrimos o freezer pegando o pote de sorte e damos o azar de ver aquele velho feijão.. Pois bem, quem me conhece sabe o PAVOR que tenho desses idiotinhas da sociedade que fazem questão de levar a rotulagem de PLAYBOY.. Eu realmente não curto nem frequentar os mesmos lugares que eles, para evitar mandar alguns para hospital, pois com toda a certeza eu vou ouvir alguma coisa que nao irei gostar e meu instinto é um tanto neandertal se é que eu posso classificar assim.. Tiro o chapéu, boné, e até os cabelos que me restam por esse texto.. traduziu 95% dos pensamentos em comum sobre esse assunto.. Mas vi em um dos comentários e concordo que a cidade do Natal virou cidade de playboy.. PIPA!!! oq era pipa e oq é PIPA hj.. eh a mesma realidade de NATAL.. era um lugar perfeito, mas o povinho que acha que tem grana conseguir dar uma detonada! MAssssss é a vida! e como jogaram a máquina do tempo na ilha de Lost.. só me resta dizer: – FUDEU! .. sem mais delongas.. FUI..
Uma verdade incomoda muita gente.
Umas verdades incomodam muito mais!
Sou de Recife mas viajo muito à Natal, pois tenho muitos amigos nessa cidade que eu adoro. Porém o que esse texto diz é a pura verdade! Tenho a sorte de ter amigos (que são ricos) mas não são bestas como eu sei que existe em Natal. Natal é conhecida como a cidade que o povo passa fome para comprar uma Discovery 3..aliás o da moda esse ano é um da Volvo né? kkkkkkkkk! Enfim…fui ao Medievo pois me disseram que era excelente..chegando lá não achei nada demais..afinal, Recife tem balada melhor né?Todo mundo sabe.Porém o que vale são os amigos..fui no Medievo,só de olhar a galera já me senti mal..mulheres bonitas com homens horrorosos;foi a prova do que já me diziam:que os homens de Recife fazem sucesso. Para as cocotinhas de Natal,um recifense para chegar junto é só dizer que é de Recife e prontooo meu amigo.Já ganhou.Amigos meus já fizeram isso e eu caí no riso.Sei que as mulheres de Recife são conhecidas como as mais frescas.Ainda bem né?Temos amor próprio.Adorei o texto!Parabéns mesmo.Pelo menos vejo que a sociedade Recifense não é tão besta quanto outras.
O texto é engraçado. Mas apenas isso. Concordo em número e grau com o Paulo Maia e a Heloisa Melo
Há quem diga que toda unanimidade é burra, e pra não quebrar o ditado, há uns dois ou três comentários em desabono ao camarada Fialho. Mas aqui pra nós, putakipariu, Fialho, vai escrever bem assim lá na Capital do Sol!!!
Você foi mais feliz nesse artigo do que a seleção da Coréia do Norte, se ganhar do Brasil no primeiro jogo da copa, de 5 x 0.
Marcella, faça um favor, se Recife tem tudo de melhor do que a mais bela capital do nordeste, fique por lá! Afinal, os homens de lá podem ser bonitos (o que é irreal, um bando de banguelo!), as baladas podem ser melhores (o que faz a festa são suas companhias, não o ambiente!), se as “cocotinhas” daqui são imbecís e fúteis (as da sua terra são burras e vulgares! São como diz meu primo recifense “pensam que são a merda, mas são as bostas!”). Enfim, fica por lá… afinal sua terra fede mais do que nossa!
Aposto que tem centenas de playboys que leram esse e-mail e se fizeram de desinteressados e ainda pensaram: “Ridiculos esses playboys”. Fica a dica, se olhe no espelho.