Christmas, the city of the sun.
A vida é surpreendente mesmo. Quando a gente acha que já viu de tudo, que nada mais vai nos causar impacto, essa palavra que tanto atormenta nossos vereadores, que nenhum fato novo poderá nos chamar a atenção, eis que você vira a esquina e um simples outdoor grita aos seus olhos, penetra o seu cérebro e agride o seu bom senso. Que a burrice e mediocridade humanas desconhecem limites, já se sabe. O problema é que em Natal elas alcançam níveis estratosféricos.
O outdoor em questão nem tinha a intenção de chocar ninguém. Percebe-se que o objetivo de sua criação é divulgar uma festa, um show do cantor Marcelo D2 a ser realizado em Pipa no próximo dia 7 de setembro. Até aí nada demais. D2 é um músico talentoso, sua fusão de hip-hop com ritmos brasileiros venceu preconceitos e conquistou fãs nos mais diferentes nichos sociais. Pipa também é um lugar sensacional que nos dá orgulho e transmite conforto pelo simples fato de estar logo aí, do nosso lado.
O problema todo é o nome que foi dado à festa que vai ter lugar na praia no dia em que celebramos nossa independência (sic). No canto superior esquerdo da placa está escrito “7 de setembro. Independence Day!”. Não estou brincando! Alguém teve a cara de pau, por má fé ou ignorância (Aliás, ignorância o caramba! Isso é burrice mesmo! E das grandes!) de dizer que o dia 7 de setembro é o nosso “Independence Day!”
É uma contradição tão grande que beira o absurdo. Numa mesma frase, alguém quis dizer que somos independentes de uma forma que não deixou qualquer dúvida sobre nossa dependência cultural, lingüística, ideológica. Fez-me lembrar, só pra permanecer no panteão dos rimadores cariocas, uma letra do Gabriel, o Pensador: “…Cê tá do lado de baixo. Você é uma fêmea no cio e o Tio Sam é o seu macho…” Palavras mais que adequadas à situação.
Gosto muito de Pipa e também do D2, mas criei um abuso grande dessa festa. Não quero saber quem organizou nem quem criou essa chamada idiota! Se vocês conhecerem, não me apresentem! Conhecer alguém assim vai ser um enorme retrocesso em minha vida.
E pra ficar pior, não precisa rodar muito pela cidade. Algumas ruas depois, pode-se deparar com outro outdoor, de um bloco de carnatal, a grande manifestação cultural dessa cidade. No reclame se lê “Skol, H2O e Pepsi FREE!”. Isso mesmo: não é grátis. É FREE! Grátis é brega. Grátis é em português. Português não é sofisticado o suficiente pra quem quer pular no multicolorido bloco carnatalesco. Normal. O que esperar de uma cidade que, em vez de desenvolver uma identidade própria ou resgatar e modernizar elementos culturais fortíssimos, prefere importar uma cultura da Bahia já pronta e empacotada para o uso geral e irrestrito?
Os outdoors que vi essa semana são apenas alegorias de nosso fracasso como sociedade. Não são cartazes. São espelhos que refletem uma elite babaca, uma classe média, que além de média é mediana. Projetam de volta uma cidade sem rumo, sem norte, sem noção de ridículo, nem senso de direção. É Natal embalando, gente! Agora é pra valer! Mas, diz aí: embalando pra onde?
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Botou pra fu***!!! Pensei que só eu tinha achado, no mínimo, esquisito aquele “FORAPORTA”. Parabéns!
Fiasco, vc naum entendeu cara, independente está na moda! Ai para ficar “in” o camarada ainda escreveu em inglês. É o “hype”. Na Pipa é? Vou para São Miguel do Gostoso! Ficar “relax mode on”.
Comecei a grupar material pro material impresso do dosol, aquele que conversamos, um dia sai!
Ei….botou pra lascar mesmo!!!
Seria muuuuito bom que a pessoa (ou as pessoas) que fizeram este abuso vissem que em Natal há pessoas que são mais que uma carinha bonita!!!
Valeu irmão!
O pior é que depois das festas, sempre rola um “after”… muitas vezes “fest”.
Oh my God!
Adoreii
Abraços
Companheiro, compartilho com vc em tudo !
e ainda acrescento as vitrines de nossas “chiquimas” (cmo diz a jornalista elina lima) que qdo estao “liquidando ” elas estão …off…e qdo esta tudo normal elas estao “sale”…como diz mução …ai é d++++…
sorte e sucesso!
Rapaz, sou professor de Inglês ha um bom tempo, mas acho que essa eterna babação pelo que é gringo só prova que não temos noção do nosso próprio valor. E dá-lhe gente “deletando”, “linkando”, “hypando” dentre outros.
Mermão, tinha visto isso e ficado bastante indignado. Infelizmente aquele “outdoor” fica no caminho do trabalho para casa. Maldição! Acho que estamos mesmo no caminho do “Independence Day”… O filme!
Estamos perdendo o bonde do capitalismo a tempos ne… E com isso todo subeijo fica para o terceiro mundo… Sem falar dos Vibes e Mix, das Raves e do rock consumido por toda uma nova geração que ao menos sabe o contexto das palavras e repressões anglo-saxonicos.
Bicho… tu é tampa de bubu!!!!
Parabéns.
Concordo em gênero número e grau com suas colocações, o brasileiro deve se livrar das amarras que os prendem, achar que o português é uma língua “menor” e que “vende” menos é a maior burrice, em um de meus projetos me apresentaram duas opções de nomes para o empreendimento um em inglês e um em português, logicamente que convenci a cliente a optar pelo nome em nossa língua, fui altamente criticado pelo pessoal da agencia de publicidade, mais no final das contes venci duas batalhas e a guerra, o nome ficou em português e a loja que uma das “grandes” do comercio potiguar é um sucesso de vendas!!
eu nao tenho nada contra propagandas em ingles no brasil. o que me deixa com raiva é quando misturam os idiomas.
Concordo com o que você diz. Essa realmente foi de parar de respirar e ficar olhando pro outdoor sem muita esperança.
Saindo um pouco do foco do artigo e respondendo a Conrado. É interessante que quando os gringos cheguem no Brasil saibam pelo menos qual a capital de nosso país, o estado que estão e o que temos de diferente deles. Acontece de muitas empresas “adentrarem” por aqui e nem saber o que realmente nós gostamos ou queremos.
Fala Fialho blz!! É Marcílio não sei se vc lembra de mim, estudei no neves na mesma época q vc blz!! Seguinte decidi colocar esse nome na festa depois de falar do dia feriado para muitas pessoas e 90% do pessoal nao saber de que se trata a data, então achei que por ser uma festa de uma divulgação muito intensa e extensa pode vir ajudar despertar curiosidade em pelo menos quem vai p festa, pq ja escutei mais de 1000 interrogaões sobre a data! não foi de má fé a criação do nome, muito pelo contrario foi p despertar curiosidade na nossa sociedade, q por sinal anda muito carente de cultura!!!concordo c vc nesse ponto q devemos priorizar nossa lingua!! mas hj vivemos num mundo globalizado se vc não sabe inglês vc ta fora de muita coisa, principalmente do mercado de trabalho. Acho que vc como reporter ou sei lá oq, deveria tomar mais cuidado antes de chamar alguem de burro em meios públicos, isso é uma agreção forte e está afetando tanto a mim como meu evento!! Esse trabalho antiético e agressivo q vc ta fazendo nao é bom p vc, pois ta mostrando quem vc é!! blz!! não leve essa minha defesa como ofensa!! to aqui em missão de paz!!te desejo sucesso na sua carreira, mas deixa eu fazer a minha blz!!
Agora pegou fogo viu….
Fale agora, fale bonitinho….
kkkkkk
Grande abraço Fialho…
Grande abraço Marcílio…
PUTZ!!!!
Nada contra, mas… fiquei com os dedinhos coçando depois de uma dessa, sem condições…
Não sei como alguém que “cria” uma peça como esse outdoor ainda tem a coragem de tentar se justificar – isso deveria ter sido feito ao apresentar a campanha ao cliente, depois que “a coisa” tá nas ruas não adianta mais, o remendo sai pior que a costura.
Cara, de feriados o Brasil tá cheio, tudo bem que muitos deles a maioria não tem noção da origem, do porquê, mas custava botar Dia da Independência? A grande sacada seria um trocadilho em cima disso e não americanizar a festa, se todas as atrações são brasileiras – e 2 das 3 são Potiguares – qual o sentido então?
Despertar curiosidade??? tsc, tsc, sinceramente me desperta várias reações, inclusive a de muitos que já se expressaram aqui, mas curiosidade???
Se nossa sociedade anda carente de cultura, que valorizemos a NOSSA cultura! Não é de “american way of life” que vive nosso povo.
Globalização sim, isso é inevitável, agora venhamos e convenhamos, tá com cara de desculpa pra falta de criatividade… Perdoe minhas duras palavras, mas lendo seu texto aí em cima senti isso no ato!
Um conselho: o tal mercado de trabalho necessita de BONS profissionais, especialmente redatores publicitários competentes, que saibam escrever bem, se expressar de forma inovadora e criativa e que elaborem textos interessantes, inteligentes, não só de quem “manje o ingrêis” (afinal money que é good nóis num have). Se sua defesa é o ataque, reveja seus conceitos. Já ouviu falar em liberdade de expressão, de opinião? Fique claro que não estou defendendo Fialho, aliás nem é necessário, só endosso o ponto de vista dele e dos leitores da coluna.
Por fim, ninguém cresce pessoal e profissionalmente sem críticas, errando e tendo ciência dos próprios erros é o melhor aprendizado, e não pedindo pra “deixar você fazer a sua carreira”.
Aaaahhhh, quase esqueço a dica mais importante: da próxima vez use menos “blz!!” e lembre-se que “agreção” é com SS e não Ç…
Bem feito!
Tão visível quanto estas aberrações lingüísticas, ou “inglesificação” de termos cotidianos, é a nossa capacidade de acabarmos com nossa língua todos os dias e nos momentos mais simples.
Estamos destruindo nossa língua, descaracterizando nossa nação, perdendo identidade e nos tornando verdadeiros engolidores de letras. Vai ver é por isso que a obesidade cresce tanto no nosso país. Falar no MSN então, nossa senhora! Virou praticamente aula de iconografia. A grande maioria dos textos acima já mostra esta dislexia.
Viva a falta de leitura!
Viva as horas e horas na frente da TV!
Mas porquê reclamar? Deixa pra lá não é? Relaxa não é? Em um país que garota de programa vira atração principal em horário nobre, tem que ter muita “catxiguria” para ficar se lembrando de umas letrinhas a toa. Tanto é que dos 104 currículos que estou avaliando não escapou nenhum sem erros grosseiros de português. Depois ninguém sabe o motivo de ganhar pouco. Pós graduado e desempregado. Bem feito, virou mera estatística para o IBGE.
Comece a melhorar hoje! Leia mais! Ainda da tempo. Ô povinho pra só ficar falando sobre onde será a próxima festa!
O que esperar de uma classe média aborescentemente anglo-saxonizada, já dizia o nosso saudozo NELSON Rodrigues, adoramos fazer o rídiculo papel de macaquitos, não importa se somos e se temos ao nosso dispor uma diversidade cultural e linguística das mais ricas e originais. Mesmo a despeito de todo o “discurso”,ou seja, lorota, de mais por hábito e menos por atitude politica, criticarmos das mais variadas formas os políticos, se em nosso dia dia-a dia, grande parcela da população brasileira se apequena através de seus hábitos e costumes que nos mais das vezes constroem o nosso verdadeiro e real retrato de subdesenvolvimento cultural e alienação política.
Realmente para o publico alvo dessa festinha a data 7 de setembro não
deve siguinificar muita coisa.
e o pior de tudo q ainda tem o apoio do governo do estado.
ridiculo
mau-humorado heim fiaim? mas teu texto ficou hype e sua coluna está super-in, my son.
minchoni, afetated
!!(risos)!!
Natal é um “egg” mesmo. Quem poderia imaginar, vocês estudaram juntos
=]
Acho q depois dessa tem mais é que descobrir o autor e dar nome aos bois. Legal q vc q é da terra observou e denunciou essa aberração publicitária. Se alguém de fora como eu entra “numas” de criticar vai dizer que paulista é arrogante e coisa & tal…
Agora, pra minha felicidade ficar completa, só falta vc denunciar os neguinhos que arregaçam o som de Axé, Pagode & Cia nos carros e nas casas…Não é terrível vc querer estudar, dormir ou trabalhar e sofrer uma “interferência cultural” desse naipe?
Eu sei que essa é uma outra estória, mas espero ver vc contando uma dessa qquer dia…
Grande abraço!
Para completar, a festa agora está sendo anunciada pela Digizap, hehehe. Acho que o anúncio foi infeliz, mas isso não deve comprometer a festa, pra quem gosta de D2. Perdoemos o lapso do organizador, pois essas coisas acontecem. Até sem querer soltamos essas expressões em inglês, pois estamos cercados por todos os lados. Fica a sugestão para, na próxima festa, valorizar mais o nosso Dia da Independência.
Acredito que a falta de reconhecimento desse tipo de feriado vem de um aspecto bem mais amplo, que é a falta de orgulho que temos por nosso país. Serão precisos anos e mais anos de mudança de pensamento na sociedade como um todo, incluindo a conscientização de que todos contribuímos, passiva ou ativamente, para a corrupção e roubalheira generalizada que aí está. Quando tivermos um país organizado e memórias de uma história que nos encha de orgulho, não precisaremos nos forçar a ser nacionalistas e tentar “recuperar nossas raízes”, faremos isso naturalmente. Assim espero ver um dia…
Achei muito Fialho. Propagarei o link
Achei muito bom Fialho. Propagarei o link
para quem já ouviu Frattelli…
“Sam não é meu tio
mas quer me adotar
me leva no domingo cinema e p/ passear”
estamos em volta de tudo isso… a coisa já está fora do controle…
Quando vc vai almoçar… come aonde? em cinco opções que vc irá responder… bem.. as cinco com certeza serão de franquias americanas….
Fala, velhinho!
Não sei se é de rir ou chorar. O pior é que acontece no país inteiro, e já tem algum tempo. Mas essa de 7 de set “Independence Day”, PQP, ultrapassou qualquer limite. O pior é que alguns que vão ao evento devem estar achando que irão encontrar o Tom Cruise lá…kkkk, ou perguntando uns aos outros: – e aí, o que vc vai fazer no independence day? cracracracra
Abraço,
Fialho, teu texto tá muito bom. Que a sua indignação sobre o texto no outdoor, sirva de contribuição para os nossos redatores. Cuidado galera, o Fialho está de olho! rsrsrs.
Nome do veículo de propaganda usado: OUTDOOR. A “breguisse” como diz Fialho ou a falta de identidade,infelizmente,foi injetada em nossas veias ha tempos e a dose cresce a cada dia.
Dá-lhe Fialho!
Marcílio, de fato, o texto é agressivo e forte. A intenção inicial não foi ofender, embora o tenha feito, mas despertar a atenção para algo que ocorre com cada vez mais freqüência em Natal, o uso desnecessário de termos estrangeiros.
Também não quero prejudicar sua festa nem o seu trabalho. Tenho certeza que o evento vai ser um sucesso retumbante, pois, como disse no texto, reúne dois fatores infalíveis: Pipa+D2. Eu apenas utilizei o seu outdoor como mote para tratar de um assunto muito mais amplo e que demonstra uma sociedade rasteira, desinteressada e fracassada.
Sua resposta, inclusive, levanta mais um ponto importante nessa discussão. O fato de a maioria das pessoas não saberem de que se trata o feriado de 7 de setembro é estarrecedor.
O que eu combato, Marcílio, não é a sua festa, nem a divulgação, mas o título escolhido, as cervejas “free”do outdoor do carnatal, os “deliverys” do material de divulgação das lanchonetes. Não é nada específico contra você. Falar outras línguas é bom, utilizar termos técnicos de origem gringa faz parte do nosso dia-a-dia. O que eu questiono é o exagero, como acho que vem a ser o caso.
Sei que escrever esse tipo de texto não é bom pra mim. Cria ressentimentos e deixa muita gente com raiva, inclusive a Digi está apoiando o evento. Mas é um tema que precisava ser discutido, uma bola que tinha que ser levantada.
Sucesso na sua festa e em outros eventos que você promova!
Chico de Paula, não é nem o caso de eu estar de olho não.
Muitas vezes isso não parte do redator, mas sim dos empresários, promotores de festas e afins.
Seria precipitado acusar os redatores.
Acredite, eles são inocentes em boa parte dos casos.
Abraços.
Tá perdoado Fialho…
rsrsrs
Mas da próxima vez tenha mais cuidado viu……
rsrsrs
Aliás…
September, 7th… Which holiday is that?!
I’m kidding… rsrs
A coluna tá bombando heim…
Parabéns…
Grande Fialho! Como o meu espírito está aliviado com a sua manifestação crítica em relação ao título infeliz desta festa. Faço minhas as suas palavras. Triste nos depararmos com uma aberração destas em forma de nome de festa: “Independence Day”!!! É demais para minha paciência. A defesa do cara tentando explicar a “macaquice lingüística” foi pior ainda. Lastimável.
Grande fialho… como sempre ótimos artigos com excelentes críticas. Simples, curto e grosso!! É isso aí.
Abraço.
Bom, cheguei atrasado. Mas a defesa do Marcílio não foi lá uma defesa muito boa. Esqueçamos, porém, porque Fialho já levantou a bandeira branca da paz.
Não concordo com algumas críticas levantadas aqui contra a linguagem da Internet ou afirmando alguma pobreza cultural da nossa juventude por ver MTV ou usar MSN. Primeiro, linguagem da Internet é um fenômeno que prova que nossa língua é viva. O inadequado é lançar mão dessa forma de linguagem em ambientes como a Universidade ou currículos. Mas essa forma de se expressar on-line, em bate-papos síncronos, é inescapável.
Segundo, só é capaz de fazer essa crítica contra programações da MTV quem não conhece a MTV. Por exemplo, o único canal aberto a defender a classificação etária indicativa na programação de TV e com inúmeras campanhas de educação política e social.
Também não é um problema curtir rock e cultura popular. O próprio D2 é exemplo dessa mistura, quando coloca o samba na sua música.
Por fim, não é verdade que Natal é uma cidade fraca em opções culturais. Morando fora há pouco mais de um ano, me emocionei, por exemplo, com o programa de Pedro Luís (Destino Brasil Música) no Canal Brasil sobre Natal. Quem acha que Natal não tem cultura não conhece o côco de Khrystal e o som do DuSouto, que, aliás, fazem a mesma mistura de D2. E quando eu ainda estava por aí, quantos shows de Elino Julião, de Meirinhos do Forró, de Retrovisor, da própria Khrystal eu não curtir?
Fialho, my friend, esta semana estive pensando muito sobre aquelas nossas incursões antigas no estudo do Tropicalismo, dos Festivais, lembra? Seu texto só veio confirmar que você continuou naquele caminho inicial do Neves, mesmo fazendo essas coisas loucas e diferentes na vida. Eu? Virei um profissional mediano de comunicação nessa gigante estatal em que estou. Continuo defendendo você na Secretaria de Educação.
Minha mulher está me lembrando aqui de falar do Coral Canto do Povo e dos Clowns de Shakespeare, entre os melhores do país – Coral e Grupo de Teatro. Ainda tem os antigos, como o Trio Irakitan. Vamos complementar essa lista aí, companheiros. Não falta cultura à essa cidade.
fifi is porreta
fifi, outdoor nnn , propaganda ao ar livre =O
Muito válida é a discussão. Abrangente por demais até. Teríamos que desenvolver vários tópicos, só esse daria uma ramificação de uns quatro mais. Temos que levar em consideração que tudo é relativo, cada um cada um, a mensagem é assimilada de acordo com o receptor, uns captarão mais outros menos. O avanço tecnológico desenfreado, a sociedade da informação, a exclusão e inclusão digital, os novos hábitos de uma civilização globalizada são inevitáveis. Não adianta espernear, não se debata demais, podes machucar e muito.
Pra você ver, começa-se a escrever e o assunto já muda, é muito polêmico isso tudo mano Fialho, mas que bom que levantou a bola novamente. No que diz respeito ao uso do inglês… tá certo. Eu procuro usar erradamente, tanto pra falar quanto pra escrever, aprendi o básico, o suficiente pra não morrer de fome, sede e descolar um canto pra dormir quando eu for pra lá… opa!… Talvez nunca. Tiro onda com a língua deles, te chamo de broder e de guéu, digo oráite, pra ficar mais tropical o idioma desse povo frio, eles devem se inculturar de mim.
Temos que fuder a língua estrangeira, entorta-la e aprender mais a nossa língua. Temos que sacar tudo mais em português, músicas, filmes, livros e etc… Temos que desenvolver valor pelo que é nosso mesmo que o nosso esteja sujo e feio. Se não tiver moral pra ficar por aqui e quiser usar alguma máxima da sociedade resolvida, pode dizer que tu precisa evoluir e que lá e melhor do que aqui e tu vai pra lá, porque aqui é tudo ruim e tal. Sinceramente é melhor até você ir embora pra eu não me decepcionar contigo quando precisar de você pra defender a terra onde nasceu.
Sobre a festa!!! Mano Marcílio, não te conheço (ou conheço?) mas sua escolha é muito atitude, MarceloD2 e Pipa, combinação nublada ao extremo, pena que vou perder, mas tem uma galera que vai colar por lá, vão se divertir muito e vão alcançar níveis extremos da percepção humana. Tenha certeza que Pipa vai embaçar geral, ao menos se eu fosse garantiria uma visibilidade de 60% na região. E de quebra te dou umas idéias pra próxima vez que for trazer D2, tem que comunicar pra o público mano, saca aí:
1 – MarceloD2 na Pipa… Vai faltar seda!
2 – MarceloD2 na Pipa… Quem conhece vai e pita!
3 – MarceloD2 na Pipa… É fumaça no ar!
4 – MarceloD2 na Pipa… só a massa!
5 – MarceloD2 na Pipa… feriadão Cabeça Ativa!
6 – MarceloD2 na Pipa… Patriotamente Natural!
No mais desculpe o enorme texto e podem ter certeza que eu não vou na festa mas estarei fazendo uma conexão banda larga na tentativa de ajudar a embaçar a região…
Salve Jah! É nóis….(desculpa o nóis)
Essa questão abordada não reflete apenas a desvalorização da cultura brasileira, mas também um problema educacional. O problema é mais sério do que se pensa.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
2 – MarceloD2 na Pipa… Quem conhece vai e pita!
barbosex is kingui
Ei, quero aproveitar a discussão pra criticar quem foi pro show, ops, show nao, festa, pra festa no Vila Folia de Babado e Timbalada, pois o nome era Coca-cola Mix Festival. Isso, o povo so devia ter ido se fosse “Festival Misturado do Refresco de Cola”. E, outra coisa, quem for pro Shopping MidWay vai estar atacando nossa cultura, ja que ele deveria se chamar “Centro de Lojas do Meio do Caminho”. hahahaha! Caro colunista Carlos Fiasco, digo Fialho, seu artigo ta um pouco inútil.
Gente esse Barbosa eh intelectual! Parabens pelo texto. Realmente o Brasil eh o País da miscigenação. Isso desde o principio. Pegamos um pouquinho das influencias externas e damos a nossa cara. Essa galera q fica se preocupando com isso, daqui a pouco, vai querer q retornemos a falar a lingua original da nossa cultura, ou seja, pro… eita, sera q eh o Tupi-Guarani, dos indios, ou algum dos dialetos da Africa, dos negros, ou ainda o Portugues de Portugal com o seu “belo” sotaque. Complicou agora kkk. Saudaçoes Alvirrubras.
Valeu grande Fialho. Parabéns e sucesso.
André só pode ser ameriquinha mesmo. Falar que nossa língua original pode ser “um dos dialetos da Africa, dos negros…” kkkkkk
Poxa, Inocêncio, rsrsrsrs… será que vc não conseguiu entender o brilhante comentário feito por André? Que tal pedir ajuda aos universitários??
Desculpa o erro de português Luciana Melão, deve ter sido esse tempo q passei estudando na europa, esqueci um pouco o português!! inclusive na europa apenas o Reino Unido tem como lingua oficial o inglês, mas todos os outros paises falam sua ligua e mais o inglês, no minimo duas linguas, e nem porisso eles deixam de ser primeiro mundo, e nem porisso eles perderam a identidade de sua cultura, muito pelo contrario!! a Europa é um anto cultural!!talvez esse seja um dos motivos do atraso do Brasil!! isso se trata de necessidade nós vivemos em um mundo capitalista então quem manda é o dinheiro!! E outra, não é vergonha copiar bons exemplos, vergonha é permanecer assimm!!!
Sou apreciador da nossa cultura, gosto muito de forró, vaquejada, que por sinal é o principal bem na nossa cultura local, mas acho q se privar de conhecer outra lingua, outra cultura isso sim é burrice, medo do novo e fraqueza.
Na minha profissão não falar inglês é ser semi-analfabeto, então pessoal vou pedir desculpas mais uma vez, já mandei fazer uma faixa c traslado “GRÁTIS” p colocar lá na Pipa!!
Luciana Melão minha linda!! na proxima mostra pelo menos a identidade, pois tudo q faço é tentando acertar, se errei eu assumo blzzzzzzzz!!
Fialho achei q o que vc falou foi agressivo demais e foi diretamente p mim e pro meu evento. Está ai minha esplicação meu ponto de vista!!! boa sorte p vc!! valeu pela polêmica!!!
Boa Fialho! Já havia comentado isso com várias pessoas, com todo respeito aos organizadores da festa, poderia ser encontrado um nome melhor para essa festa que causasse a curiosidade do público mesmo sem ser batizado em inglês. Podia até ser que não fosse “Dia da Independência!” poderiamos encontrar alguns nomes semelhantes “Nossa indedependência!” ou “Grito de indepedência”, “Independência e/ou rock!” sei lá, to viajando aqui. Qualquer coisa, até mesmo que não tivesse nada a ver com independência, mas que fose na língua tupiniquim seria mais bem recebida pelo público.
E olhem que eu vou para a festa. As atrações são muito boas, o local é bacana (apesar de estarem divulgando em Pipa, parece que será em Tibau do Sul, mas não importa), espero que a organização do evento também seja bacana, enfim, nada contra os organizadores, mas o nome, definitivamente, não condiz com o evento.
Saudações brasileiras a todos!
Marcílio Cosme meu querido eu tmb morei na europa e sei bem o qnto eles odeiam “inglesificar” as coisas…lendo esse seu ultimo comentário só conluí que vc continua queimando o português até a ultima ponta!!!
Caro Fialho, é mais que natural as pessoas procurarem obter sucesso, mas para conseguir não é necessário derrubar os outros! Isso que você tá fazendo é ridículo! Existem críticas construtivas e destrutivas, você se utilizou da pior. Para expor seus pensamentos não havia necessidade de derrubar o evento juntamente com o seu organizador. Na verdade eu não sei o que você está ganhando com isso, pois se o problema fosse a expressão em inglês, poderia ser aberto um debate sem se referir a um determinado evento, ou local.
Eu ainda não conheço o organizador desse evento, mas faço questão de conhecer, pois hoje em dia são raras as pessoas que tem o coração como o dele, ao ponto de dar uma simples e educada resposta ao autor do texto. Se eu estivesse em seu lugar não me contentaria com apenas uma resposta, já teria buscado as vias adequadas para a reparação dos danos causados, vez que a nossa Constituição Federal garante, a todos, livre manifestação de pensamento, mas também assegura o direito de resposta proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem.
Com certeza, um tema mais interessante que o abordado, seria “a maldade no coração das pessoas”. Se as pessoas fossem mais humanas não teríamos apenas um Brasil melhor, mas sim um mundo melhor.
OBS: Tenho certeza que o evento será um sucesso… Parabéns aos organizadores!!! Estarei lá!!!
Fialho, você transcreveu em palavras toda a minha inquietude ao ver esse anúncio espalhado por nossa cidade…..agora, Marcílio, entendo toda sua defesa mas sinceramente, aconselho você a tentar não se defender mais pois você demonstra não conhecer a língua portuguesa. Portanto, fica a minha dica, ao invés de tentar valorizar tanto o domínio de uma segunda língua, que tal dominar o nosso tão precioso português????
não aexiste nem moocinho nem bandido. o debate está promovendo a ambos. fialho e a festa. não houve maldade no crítica de fialho. houve sim muita inquietude compartilhada aqui pela grande maioriaa.
Pq será q o alvo está sendo só esse evento, em meio a tantas outras expressões utilizadas na cidade? Foi sorteio???
Pelo cúmulo de ter sido utilizado o termo em INGLÊS “independence day” em pleno dia em que celebramos a independência do BRASIL. Acha pouco?
Fala Fialho,
Apesar de voce ter escrito com o humor de quem pisou no penico quando acordou, e ter sobrado pro coitado do MArcilio, achei bastante relevante a discussão. Faço algumas observaçoes.
Essa onda de americanizacao nao é exclusividade de Natal. A consciencia da aculturacao pela sociedade é um fenomeno rarissimo e como disse uma vez Pedrinho Mendes “coisas que nao se tem em todo canto nao se deve exigir”. Natal, assim como Marcilio, assim como o todo poderoso Rio de Janeiro exportador de cultura (que possui até uma replica da estatua da liberdade instalada em um de seus mais nobres bairros) e assim como toda grande metropole com todos os seus “Sales”, “Deliveries” e “shoppings”, segue uma onda criada pela globalizacao (sempre ela), mas tambem por hordas de publicitarios que apenas seguem “tendencias” de mercado. O coitado do Marcilio foi querer ser xique também e pagou o pato.
Ao meu ver, nem tanto ao mar, nem tanto a terra. Se por um lado concordo com voce no ponto que esse tipo de expressao inventada pra se parecer “xique” dão vontade de afogar o individuo no corrego do baldo (se nao morrer sem ar morre de alguma doença), por outro lado, é um tremendo pé no saco esse povo que fica panfletando em prol de um “resgate cultural”, sem perceber que de “cultural” nao tem nada. D2 é rock com hip-hop e uma pitada de samba pra parecer bacana, se isso é a nossa cultura, ir numa vaquejada dancar forro ate gastar a sola da bota é o que? Que atire a primeira pedra…
Pensei que estava claro isso. Aliás acho que está. Ou não está? Heim pessoal?
Gente… acho q Fialho foi claro que é perfeitamente aceitável as vezes que se utilizem expressões em inglês. Não temos como evitar isso vivendo nesse mundo globalizado em que vivemos. O foda é que foi em plena celebração de nossa independência. O momento foi inadequado ee, sobretudo, a situação não exigia um termo en inglês para deixar o evento mais atraente.
Arnaldo,
No dia em que o Brasil se tornou independente de Portugal, ele por algum acaso abolui a lingua portuguesa e adotou o Tupi-Guarani? Que grande diferença voce vê em comemorarmos o “Independece Day” na lingua do Tio Sam, ou a “Independencia do Brasil” na lingua de Pedro Alvares Cabral e de nossos antigos “donos”?
Pra mim a ironia é a mesma. Apesar do mote ter sido muito bom e do Marcilio com o seu “independece day” ter forçado a barra, Fialho pegou pesado, ao meu ver sem justificativa.
Tá cada vez mais down o high society natalense.
.
Fialho meu querido… se um dia vc não aguentar mais, faça como nós (retirantes nordestinos dessa “seca” de identidade social) … arrume sua troxinha e venha tentar a vida na cidade grande.
.
Enquanto isso… a crise aumenta, o carnatal se aproxima, e a gente fica aqui celebrando sua “quase” fina metralhada e confraternizando nossa igual indignação.
Bjo.
Sara, acho extremamente desistimulante o seu comentário, além do problema em questao ser nacional, arrumar a trouxinha e “tentar a vida na cidade grande” nao é ser nenhum pouco regionalista. Correto na minha visao, é tentar solucionar o nossos problemas AQUI.
No dia em que o Brasil se tornou independente de Portugal a nossa língua extra-oficial já era o português, que nos foi imposta “guela a baixo”, mas já era o nosso idioma. Foram nossos colonizadores que nos deixaram essa herança. O que se podia fazer? E os nossos índios? Pobre coitados dos nossos índios que não tinham essa arma tão poderosa que é a iinternet (que paradoxalmente é uma invenção yankie mas nos está sendo útil aqui e agora para valorizar a nossa cultura). Hoje nós podemos fazer algo. Ponto para Fialho. Forte abraço Marcio
Fazer mal uso de fatos históricos para se defenderr não vale, ok?
Camila, o comentário foi apenas uma alusão a um tema recorrente entre amigos.
.
Concordo com vc que a questão é nacional (sendo simplória), e que os problemas devem ser resolvidos, mas não necessariamente aí. O “onde” não vem ao caso.
.
E, pra ser sincera, não tenho o mínimo intuito de “estimular” nada nem ninguém, sobretrudo o “êxodo” que vc deve ter imaginado. Utilizaria meios mais sofisticados… mas não sou partidária dessa idéia.
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Ah, um brinde ao “regionalismo” Alves/Maia. Isso é que é progresso!
Arnaldo,
Concordo com voce, no entanto nao sou tao otimista no que diz respeito a podermos fazer algo. Acho que estamos impotentes nesta tambem. Infelizmente. Abraços.
Sara,
agora sim,vc foi clara, parabéns.
Então estamos “kits”!
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Ah, gostei do “queimando o português até a última ponta”.
“Festival Misturado do Refresco de Cola” e “Centro de Lojas do Meio do Caminho” AHAHAHHAHAHA! Galadissimas Alex! ;)
Fialho, não satisfeito em polemizar na sua coluna no site do GloboEsporte, agora polemizando aqui na Digi também.
Independence Day é meu egg.
Tua mother é minha boy.
“Até tu brutos”.., como podemos evoluir diante de comentários triviais assim?. De onde menos se espera, de um crítico, nos vem essa dose de lamentações recheada de conceitos retrógrados moldados no senso comum, com pouca percepção do mundo em que vivemos. Vamos progredir companheiro! aproveite para ler o livro “As Armadilhas da Globalização” e verás que vivemos em uma grande aldeia, e o poder que rege essa esfera, dá para imaginar com quem ele está?
Os gringos estão aqui em Natal, em Pipa, em todas as praias, no Brasil inteiro. E nós lá. Sim, antes que me esqueça, na aldeia da qual vos falo, a língua falada é essa aí mesmo, a do outdoor. a grande maioria a entende, e você, não???.
Alô, Lucas e Márcio, vamos lá.
Não sou contra o uso do inglês nem quero entrar numa discussão sociológica mais profunda sobre se o Brasil se tornou de fato independente ou se deve-se adotar o Tupi-guarani como língua oficial. Apenas achei inoportuno e infeliz o reclame. Não quero ser chato nem virar um Ariano Suassuna com seu discurso conservador e preconceituoso redigido no cretáceo. Sou a favor das misturas, mas não dos exageros.
Acho o forró e a vaquejada manifestações autênticas da cultura popular e o D2 faz muito bem a mistura de hip-hop com ritmos brasileiros. Pegar elementos de várias culturas e criar algo novo. Isso não é de hoje. É semana de 22 total, antropofagia na veia.
Sei que os gringos estão aqui e nós lá. Adoro ir lá e saber sobre culturas desconhecidas, aprender novas línguas, receber bem os visitantes. É da natureza do natalense, um povo tão provinciano e cosmopolita a um só tempo.
Quanto à globalização, sei que é inevitável e traz coisas boas e ruins, como tudo na vida. Não li “As armadilhas da globalização”, mas tá anotada a dica. Estou lendo um correlato que é “Como o futebol explica o mundo”, muito bom!
Valeu pela audiência, galera.
Está sendo surpreendente e inesperada.
Barbosa, suas sugestões estão impagáveis!
Parabéns!
[Marcílio Cosme]:
> Sou apreciador da nossa cultura, gosto muito de forró, vaquejada, que por sinal é o principal bem na nossa cultura local.
Cara, a escolha do nome da festa foi totalmente equivocada, sua primeira resposta foi fraca (dizer que 90% das pessoas não sabem o que é o 7 de setembro é absurdo), e agora vir dizer que VAQUEJADA é o *principal bem* da nossa cultura???
Eu fico até sem palavras…
Fialho,
Concordo plenamente com voce, so acho que voce deu com força demais no coitado do Marcilio que no final das contas é café pequeno na historia. Merecia umas palmadas mas nao precisava judiar do menino né? ;)
No mais parabens pela coluna, bem escrita, sem contar que um pouco de polêmica sempre é bom pra popularidade, so nao me vá virar um Mainardi pelo amor de deus! hehehe Abraços!
Alex, sou sua fã!!! KKKKK… ADOREI!!!
Ao Marcílio: uma boa agência de propaganda (conheço várias em Natal) e uma ótima assessoria de imprensa.
Ao evento: todo o sucesso possível (inclusive com a névoa proposta por Cabral).
Ao Fialho: os parabéns pelo texto sempre incrível e um conselho dado por Paulo Maluf a Duda Mendonça em determinada ocasião: “Nunca se explique. Aos amigos, não é preciso. Aos inimigos, não adianta”.
E a todos vocês: beijos e abraços de um carioca que conhece um pouco e ama demais tudo o que tem por aí.
Gostataria muito que Fialho tivesse nascido no ano de 1478, pois estariamos todos nús e abraçados por essas lindas matas virgens!! dando cantadas na menininhas em Tupi!!! eita coisa boa eimmm!!! Mas grande fialho vc nasceu atrasado fiii! Portugual já sugou tudo q nós tinhamos exterminou toda nossa população local, abriu nossas portas p o lixo da europa entrar, inclusive eles!! e nós estamos aqui defendendo uma ligua q eramos p ter repugnação!!! vamos fazer nossa própria lingua, o Brasileiro, já ta na hora do Brasil ter sua identidade!!devemos guardar só coisas boas do passado.
Marcílio, seu pensamento está na direção certa, estude, se qualifique, conheça quantas liguas vc tiver vontade, viaje, curta, se preocupe menos c comentários de gente q nem coragem de mostrar a cara!! É só dar uma olhada na sua situação hj e olha a situação do pessoal q tá comentando!! Seu evento tá estourado fiii, e vou está lá c toda certeza!! preocupa c esses q nao tem nada p fazer nao!!
E outra, temos muitas coisas mais importantes para discutirmos, Guerra do trânsito, crise área, corrupção dentres os nossos governantes… temos a maior carga tributária do mundo e a terceira mais mau usada!! só perdemos p dois paises da áfrica!! hj no brasil a policia coloca mais medo q os bandidos, ou seja são bandidos protegidos por lei e c poder de andar armado!!
Vamos cada um viver sua vida!! Vamos nos reunir para discutir e RESOVERRRRR problemas que são mais urgentes!!!!
Verdade paulao não vejo nada de bom q portugual trouxe p nós, p vc ver como o portugues é um povo fraco e burro!! das colonias portuguesas o Brasil é a que se encontra em melhores condições, kkkk, tá na hora de do Brasil ter sua identidade!! O povo brasileiro nao notou q herdamos tbm uma cultura de aceitar tudo queto, sempre fomos sub!!!! tá na hora do povo criar voz e ir pras ruas lutar pelos seus ideais!!! Fialho, what fuck? improve yourself!!!
Independence Day .. 04 Jul?
O cara ainda diz que os erros de português que ele cometeu foi pelo fato de ter morado na Europa.. Isso só nos mostra a sua falta de capacidade de conciliar mais de um idioma.. Está aí o motivo de usar os dois idiomas, a falta de domínio dos dois, fez com que ocorresse essa confusão, essa mistura..
Carlos Henrique…
Como dizem por aí: “tá bombando” a coluna.
O melhor é que a Digi está sorteando ingressos pra festa – kkkkkk. “Sei não!”
Na verdade, passei aqui só pra te dizer: Parabéns!!!!!!(pode colocar mais um milhão de !, merece todo esse sucesso.)
E pra avisar ao pessoal aí:Ei, esse aí é meu irmão!
Painho já leu?
Ele vai ficar orgulhoso que só! Vamos providenciar uma corda pra ele não sair voando de tão inchado de orgulho ;).
Beijos
Prezado Paulo
Não sabe o tamanho da minha satisfação ao ler seu comentário. Vc disse tudo o que eu queria ter dito e o fez com primasia. Seu comentário virou um texto pretensamente sério, com boas pitadas de ironia e sarcasmo. O tema é realmente revoltante. “Botou pra fu***!!!” tu es o verdadeiro “tampa de bubu!!!!”
Marcílio Cosme, apesar de não ser sua amiga e pegando carona na frase lembrada pelo Rodrigo: “Nunca se explique. Aos amigos, não é preciso. Aos inimigos, não adianta”.
Inocêncio : – 28/Agosto/2007 às 14:44 –
André só pode ser ameriquinha mesmo. Falar que nossa língua original pode ser “um dos dialetos da Africa, dos negros…” kkkkkk
BÁRBARA : – 28/Agosto/2007 às 15:18 –
Poxa, Inocêncio, rsrsrsrs… será que vc não conseguiu entender o brilhante comentário feito por André? Que tal pedir ajuda aos universitários??
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Bárbara, eu entendi o comentário sim. Só que quando vejo um “ameriquinha” falando, já dá vontade de zoar.
Na cola da coluna de fialho, quis apenas polemizar. kkkkk
Quanto à ajuda dos universitários… prefiro pular a pergunta. rsrsrs
Beijos
Vários jovens que se manifestaram neste sítio (e não site) são amigos e compartilham da mesma idéia de que o estrangeirismo é uma prática que viola o nosso velho e bom português. Abraço no Daniel Dantas (figura inteligentíssima), Alex Souza, Sara Costa, Arnaldo, Bosa, Thales Lago, Glauco.. Aliás, acredito que nossa língua, é uma das que mais sofrerão (ou sofrem) mutação com o advento da internet ou de termos em outras línguas, e temos que correr atrás dessas mudanças e aglutinar ao nosso glossário. Vem aí mais uma reforma na gramática que tirará acentos de palavras e mais algumas milongas… O ruim desse barato todo é que os jovens, em sua maioria, sem muita leitura estão escrevendo mais (sim!!), mas pior e errado, adotando ícones e abreviações esdruxulas a escrita.
As pessoas não podem se indignar com nossos termos do mundo moderno até porque usamos as “marcas” que foram criadas fora de nosso país (e são “batizadas”), vide: nike, nestlé, icq, link, “lost”, microsoft, apple, rave, entre outras. Fora a influência da tv por assinatura com seus seriados (sitcons) em temporadas (seasons). Inclusive, como Fialho, sou publicitário e usamos termos inglês a exautão (job, briefing, lay-out, out-line, all-type, top of mind, trade mark, set up..) e temos a sorte de aportuguesar algumas.. e nem por isso falamos “after”, “independece day”, “in”, “look by..”, “desktop” e não preciso ir a são paulo pra me ambientalizar melhor. Vivo aqui e gosto do “nordestinês”. E alguém aí falou de rock and roll citando como algo que nos influencia “mal”, no lance da língua (com termos) ou algo que o valha. Influência sim!! Mas pra mim foi muito bom, conheci outra língua e ampliei a audição.. Não cresci ouvindo maracatu de roda da zona da mata, tocando flauta de pau ou dançando araruna .. ouvi (e ouço) muito rock (85% do meu dia) e mpb (minha primeira memória musical inclusive é gal costa), e repito que, como muitos aqui, não calco meu vocabulário nessas palavras.
Contudo, Carlos Fialho não quis falar mal da festa, e sim de tal nomenclatura que foi dada, que concordo em gênero, número e grau com sua indignação. Curto o som do D2 e Pipa, mas não conferirei esse evento, não por ser “vendida” pra um público “descolado” (e não “in”) mas pela proposta e pela “infra” que a praia não suportará. Será desconfortável.
Abrasalho, como dira um velho amigo!
Galera!!!!!
Depois de tudo isso que foi dito, é legítimo pegar a “free way” Natal – Pipa e curtir o “Independence Day” ao bom som “hip-hop” do Marcelo D2.
Será um sucesso!!!!
Belo texto Caio, esse brilhantismo não podeira vir de outra pessoa.
Mas ainda estou com dúvida.
Na frase: Todo publicitário é gay.
A) A palavra “gay” entra como um estrangeirismo.
b) A palavra “gay” entra como pleunasmo pois já temos a palavra publicitário na sentença.
c) O que entra é outra coisa.
d) Todas as alternativas.
Gente,
Existem várias formas de ter mídia e essa é uma delas…não percebem?
Vamos deixar dessa discussão besta, do tipo “quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha? para FAZER algo real. O que você já fez pela sua cidade? Qual contribuição você dá ao seu país para ele deixar de ser sub?
Carlos Fialho:
Christmas, the city of the sun.
Domingo, 26/Agosto/2007
“Gosto muito de Pipa e também do D2, mas criei um abuso grande dessa festa. Não quero saber quem organizou nem quem criou essa chamada idiota! Se vocês conhecerem, não me apresentem! Conhecer alguém assim vai ser um enorme retrocesso em minha vida.”
Ana : – 27/Agosto/2007 às 8:51 –
Ei….botou pra lascar mesmo!!!
Seria muuuuito bom que a pessoa (ou as pessoas) que fizeram este abuso vissem que em Natal há pessoas que são mais que uma carinha bonita!!!
Valeu irmão!
_______________________
É impressão minha ou existe algo pessoal?
Glauco,
Eu marco a alternativa “D”. kkkkkkkkkkkk
fialho amigo, nao fale mal que foi voce quem ajudou o bloco do “Skol, H2O e Pepsi FREE!” a ser o sucesso que é hoje.
grande abraço!
Ei, brother Fialho, ja q vc se acha o “gostosão” sugira um nome alternativo pra festa. Só não me venha com Festa da Independência pq aih deve ter milhares, fica totalmente sem originalidade. Outra coisa, pense numa praia abençoada, essa Pipa. Soh baixa gata por lah. Alguem, por favor, me de alguma explicacao sobre isso, pois fico sem entender nda, e de boca aberta.
´´OUT DOOR´´ ´´HIP HOP´´ ATE VC ESCREVE E NÂO NOTA !!!!PENSA ANTES DE ESCREVER E COMENTAR SOBRE OS OUTROS!!!!!!
Ao Fialho da P…
Isso aqui não vai promover sua carreira não, tão bonita a profissão de Jornalista, mais pena que alguns não se ocupem com ela. Ao invés de Out Door vc deveria ler jornal e revista, lá tem manchete para pessoas como vc q não tem o que fazer se preocupar!
Abraço por Trás!!!
CARLOS, VC DEVERIA CALÇAR AS SANDÁLIAS DA HUMILDADE.
CARA ESNOBE DO CARALHO!
Sandálias da Humildade kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk! Muito boa mesmo.
Concordo plenamente. Se até a Cicarelli já calçou…pq o Carlito não calça tb kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
sandalia nele. E essa tal de luciana melão? Rapaz, cum nome desse até minha mão coçou. Ah se eu pego nesses melões!
PESSOAL, QUANTO A ESSA FESTA DE PIPA.. CHEGUEI A CONCLUSÃO QUE TODOS QUERIAM ESTAR NO LUGAR DO ORGANIZADOR, POIS TODOS DISCUTEM, CRITICAM, MAS QUEM VAI SAIR COM O BOLSO CHEIO, É O ORGANIZADOR, ESSE QUE O COLUNISTA CHAMOU DE “BURRO”, MAS APOSTO QUE VAI GANHAR MAIS DO QUER MUITAS MATÉRIAS QUE FIALHO VAI TER QUE FAZER PRA LUCRAR…RRR$$$$$$$…..SEM ESQUECER DAS OUTRAS OPORTUNIDADES QUE VIRÃO PRA ELE…KKKKKKKKKKK….
Boa festa Marcilio e não tem pra onde, vai ser sucesso TOTALLLLLLLL!!!
Carlos vc é lindu num lig pro q us outros flam ñ li a krta ms sei q vc é 1 gatxinhu! bjinns
sua fãn
Amandita tú merecia um cama de gato!!
ASHUSHUASHUSHUSHUAHSUHAUS
SANDÁLIA DA HUMILDADE BEM LEMBRADO! CALÇA AÊ BIXO!
Caio,
obrigado por suas palavras.
acho que Marcílio acerta quando coloca a vaquejada como manifestação cultural de nossa terra – apesar de eu acreditar que o esporte o é, mas o entorno… agora, é uma das muitas manifestações. os conterrâneos de Câmara Cascudo não podem acreditar que nossa cultura se resume a isso. ouça um coral, assista uma peça, vá ouvir as cantorias de Dona Militana, compre um CD de Elino, de Khrystal, de DuSouto, dos Meirinhos, de Sueldo, de Pedrinho… Leia um livro de Fialho ou Nei Leandro. contemple um quadro de Diniz Grillo ou de Vicente Vitoriano. desça à casa da Ribeira, vá no Beco da Lama. Marcílio, quem acha que Natal é pobre em cultura nunca foi ao Beco da Lama.
Fialho, quando você assume a Secretaria?
Caio, abraços.
Thales, companheiro, abraço tb. Ia me esquecendo.
“carnatal, a grande manifestação cultural dessa cidade”
o que mais gosto nos seus textos é a ironia! rsrs
uito massa, concordo em tudo!
“7 de setembro. Independence Day!”.
Aprendi no colégio que o Independence Day é no dia 04/07.
Será que irei comemorar a independência do nosso país na data certa?
Isso é o que a gente chama de personalidade cultural.
Após ler o texto, tive vontade de comentar a respeito do bom tema, da boa redação, do bom ponto de vista, PORÉM da exagerada postura. Exagero tão condenado pelo autor, ademais.
No entanto, depois de ler o comentário do Marcílio… se o autor deu uma rasteira, eu daria uma voadora pra completar o serviço.
Se queimou bonito demais.
“Agreção”, “porisso”, “esplicação”… e ainda fala que o “anto cultural” é a Europa… hahaha.
Rsrsrs… Inocêncio, mas o Ameriquinha falou bonito!!! Ou estou errada?? Essa dá p responder sem precisar de ajuda!!! :)
Todos nós passamos anos e anos estudando para um dia conseguirmos um trabalho. Queremos este trabalho para que?? Pq o trabalho dignifica o homem?? Ou trabalhamos visando deinheiro??? Se o dinheiro não é importante, pq n trabalhar sempre voluntáriamente??? Inteligente não o que tem palavrinhas bonitas, mas sim o que encurta o caminho para ganhar mais dinheiro com menos esforços, lembrando sempre que a HONESTIDADE já é meio caminho para o sucesso.
PARABÉNS ao organizador do INDEPENDENCE DAY!!! Será um sucesso!!!
Rapaz acho que vc foi infeliz no seu comentario.
pq o nome da festa não influi em nada, oq importa que vc é um prego e não tem oq fazer e fica falando bosta por ai.
vai arumar um lavagem de roupa e fica quetinho ai na sua.
abração a todos que organizarão o INDEPENDENCE DAY.
Vai BOMBAR.
Claro que a festa vai bombar, babacas tem em tudo que é lugar.
Me indicaram esse texto.
Ao autor:
Em minhas andanças por universidades brasileiras tenho conhecido muitos do estilo “palmatória do mundo”. Esse texto faz esse estilo, se levarmos em consideração que isso é uma tendência mundial e não exclusiva do evento em questão.
Ao produtor do evento: Sua resposta realmente não foi a melhor. Mas, defendendo o publicitário que criou esse material posso dizer que punhos cerrados, fita verde e amarela no pulso, com o nome Independence Day pode ser considerado no mínimo uma ironia substancial ao nosso país.
Ao Barbosa: escreveu o melhor texto entre todos que acompanhei. Também lembro que “Festival Misturado do Refresco de Cola” e “Centro de Lojas do Meio do Caminho” é impagável!
Minha opinião:
O melhor disso tudo é o que essa conversa proporcionou. Realmente é bom ouvir tantas opiniões. É inevitável a utilização de termos “globalizados” para não chamar de “americanalhados” em nossa língua. O que também não nos impede de nos indignar com tanta influência estrangeira.
Não é de se estranhar que muitos aqui que ficaram tão indignados com o material publicitário e o termo INDEPENDENCE DAY sejam alguns filhos da cultura americana e estrangeira e em seus IPODS escutem o estrangeirismo em larga escala e nunca tenham se dado o trabalho de escutar bons nomes da música popular.
Abraços a todos!
Coisa de redator que se acha gênio. Isso é falta de “JOB”?
Hora… se recuse a criar peças que envolva qualquer conteúdo estrangeiros.
ou seja:
Comece pedindo demissão, pois você trabalha na ART&C – hora é um trocadilho de nomes pessoais com americanismo…
Já que isto é um terror tão grande, o primeiro passo é pedir demissão e abrir uma barraca de queijo de coalho em Santa Maria.
Audaz.. isso é brasileiro?
Call.. começou como escola de português… como pode?
D’el Conde… que diabo é isso?
Dunas Motors… Imaginem os jumentos de motor em cima das dunas…
Land Norte… que lindo…
Nutriday… hehehehe
Oral Way… viva o caminho oral!
PG Motors… Oh My God!
Cara, você trabalha para todos esses fomentadores da cultura popular nordestina, brasileira e potiguar??
Se eu fosse seu cliente, ficaria bastante preocupado.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Ei,
Essa festa na Pipa vai ser o show!!!!
Quero aki dizer que Marcilio está de Parabéns pela organização e pela divulgação da festa ,na verdade eu acho que está incomodando muita gente,mas você Fialho “relaxe e goze” porque o “Independence day” vem ai p\ fazer o feriado mas bombado que a Pipa ja viu!!!! Seja no português ou no inglês,com cultura ou sem cultura,D2 vai botar p\ descer!!!!
Na verdade já esta bombando a muito tempo so com as divulgações e aqueles panfletinhos básicos que em Natal nunca existiu,kkkkkkkkk…
Bota p\ lascar Marcilio!!!!!
Ahhhhhh…e no próximo evento que você fizer, cria outra coisa tipo essa,porque causar polemica é sempre bom!!
Valeu Fialho o IBOP da festa aumentou muito,agora é só esperar p\ ver!
??????????
Sucesso Marcilio
Um elefante incomoda muita gente…
Dois elefantes incomoda muito mais…
Três elefantes incomoda,incomoda muito mais…
kkkkkkkkkkkkkk…
Ei Marcilio falar de tu é fácil!!!!
Agora manda esse povo ter a sua coragem! Tem??? Nunca
Como diz o ditado “falar de você é fácil dificil é ser você”
Ei e depois dessa agradeça a Fialho porque a coluna dele bombou graças a você e “O Independence day”,hehehehehhehe…
Nessas horas o inglês até que dar certo né Fialho????
Ahhhhhhhhhhhhhhh…Marcilio num deixa cair no anonimato não,promova muitos eventos desse nipe,depois dessa quero autógrafo!!!
“E deixe o povo falar,falar, nem ligue,nem ligue e deixe o povo falar”
“Jô : – 29/Agosto/2007 às 23:16 –
Carlos Fialho:
Christmas, the city of the sun.
Domingo, 26/Agosto/2007
“Gosto muito de Pipa e também do D2, mas criei um abuso grande dessa festa. Não quero saber quem organizou nem quem criou essa chamada idiota! Se vocês conhecerem, não me apresentem! Conhecer alguém assim vai ser um enorme retrocesso em minha vida.”
Ana : – 27/Agosto/2007 às 8:51 -
Ei….botou pra lascar mesmo!!!
Seria muuuuito bom que a pessoa (ou as pessoas) que fizeram este abuso vissem que em Natal há pessoas que são mais que uma carinha bonita!!!
Valeu irmão!
_______________________
É impressão minha ou existe algo pessoal?”
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Querido(a) Jô
Não é impressão: Ana(no caso,eu) é irmã de Carlos (possuem o mesmo pai). Explicado?!?
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“Zé mané! : – 30/Agosto/2007 às 20:23 –
….
Call.. começou como escola de português… como pode?
….”
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Amigo…
Você já se interessou em saber o que significa CALL???
CALL é uma sigla. Vá pesquisar e veja o que significa amiguinho antes de falar m****(desculpa aí esta palavra forte, não me contive)!!!!
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Todos estão falando muito da festa e criticando Fialho…”no fringir dos ovos” acaba sendo ótimo pra Fialho (a coluna “tá bombando”) e pra festa (divulgação maior não existe). Tem mais uma: Fialho ganhou este espaço por falar o que sente sem saber se eu ou você concorda com ele, ele tem LIBERDADE DE EXPRESSÃO!!!!
Eu estou torcendo muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito que essa coluna continue sendo sucesso, inclusive com polêmicas. Se todos fossem igual o mundo seria muito chato!
Beijos e bom final de semana para todos!!!!
Carlos
Compartilho da sua preocupação com o abuso no emprego de estrangeirismos (em inglês, especialmente) no nosso dia-dia. É mesmo uma babaquice achar que para ser sofisticado tem que ser dito em inglês. Também concordo que Natal carece de uma identidade própria. Tudo aqui é copiado de algum outro lugar. Talvez esse seja o mal de uma cidade que cresceu rápido demais e recebeu muita gente de fora.
Esse tema, sim, justifica um artigo. Parabéns pelo texto.
Amigos Caiêza e Daniel Dantas,
Estou passando só para mandar um grande abraço. Não opinarei mais sobre o tema, acho que a discussão está esgotada.
Só queria deixar uma sugestão para o pessoal do “Independence Day”:
Dia 12 de outubro é feriado e Dia das Crianças, aliás será um feriadão. Que tal fazer mais uma “big party” em Pipa? Poderia ser o “Children´s Day”. Perfeito! Algodão doce e pipoca “free” até a meia-noite!
Até o próximo assunto polêmico que Fialho levantará! rsrsrsss…
Hei, audaz é português. Inclusive, no vestibular em que passei para jornalismo, quase doze anos atrás, ao lado de Caio e Thales, audaz me fez errar uma questão na prova de português.
Lorena,
me entristece ouvir alguém dizer que ser inteligente é encurtar o caminho para ganhar dinheiro.
acho que alguns aqui distorcemos as palavras de Fialho. a crítica de Fialho não me pareceu ser sobre atividade profissional de ninguém, nem contra a língua estrangeira, mas contra o abuso de estrangeirismo. mais do que isso: o absurdo de comemorarmos nossa independência numa festa cujo nome de batismo foi dado em inglês – a língua da dominação cultural!
o uso do inglês é inevitável. mas o abuso, é estupidez. falar inglês é necessário no mundo globalizado. substituir o português pelo português, dentro de nossa terra, não tem nada a ver com isso. nossa língua oficial é o português. até recentemente o inglês não era a língua oficial nem nos EUA (os EUA não tinham uma língua oficial até os republicanos ficarem com medo do aumento de imigrantes latinos e o crescimento do espanhol como língua falada no país).
respondendo ao Henrique José:
quanto a mim, sua afirmação é injusta. eu até escuto U2, por exemplo, mas minha preferência é Luiz Gonzaga. Raramente eu me pego ouvindo música estrangeira, mas não tenho problemas com isso. Misturas como as que faz o próprio D2 são fabulosas. não se trata disso. uma das pérolas que foi dita nessa discussão é que Natal é uma cidade pobre em atividades culturais! como pode isso ser dito por um conterrâneo de Câmara Cascudo? Natal não é uma metrópole, mas isso não significa pobreza de opções culturais e artísticas… já citei um monte.
P.S.: sempre achei terrível o shopping se chamar Midway. ainda mais pertencendo a um grupo genuinamente potiguar.
Daniel, não lhe critiquei… Aliás não critiquei ninguém no meu texto.
Só acredito que muitos dos que chamo de “palmatórias do mundo” criticam esses termos “americanalhados”, mas em que seus “aipodes” o estrangeirismo e a cultura (olha o clichê) enlatada americana domina.
Repito… não critico ninguém aqui pelo que defende, acho mais que salutar esses questionamentos…
Ao ZÉ MANÉ…
Seria muito interessante ver os “JUMENTOS MOTORIZADOS EM CIMA DAS DUNAS” sendo revendido na DUNAS MOTORS…
sem problema, henrique.
Ei, vcs que estão discutindo aqui, já leram o artigo “Fabão e Maryeva”? Tá muito bom, criaram até uma polêmica lá pq acharam muito machista. O que vcs acham? Mulher é foda… kkkkkkkkkkk
Tá aqui o link:
http://colunas.digi.com.br/2007/08/20/fabao-e-maryeva/
Apesar de achar que meu comentário vai ser mais um entre tantos, eu não resisti a manifestar minha opinião.
Fialho:
Estreou com polêmica e sucesso hein!
Acho que pegou pesado na escolha de algumas palavras, mas abordou o tema com brilhantismo, como sempre. Algumas pessoas só precisam compreender que a crítica não é à festa. Foi apenas o mote para o abuso do estrangeirismo, seja na propaganda ou simplesmente em nosso cotidiano.
Marcílio:
Sua festa vai ser um sucesso, isso é fato. Acho difícil alguém deixar de ir devido ao nome escolhido para a propaganda. Se explicar, não vale agora, fica a sugestão para de uma atenção diferente no nome da próxima festa. E se justificar nos erros de ortografia porque estudou muito tempo fora, não acrescenta em nada. Pra não dizer que só faz piorar. Sucesso, mais uma vez.
Os comentários estão ótimos. Caio Vitoriano (meu orgulho esse minim!) e as sugestões de Barbosa merecem destaque. Daniel Dantas, Thale e Henrique idem.
Pra turma que não compreendeu que Fialho não está “atacando” a festa e ficam com umas críticas sem noção do tipo “vá escrever matérias” ou “leia manchetes de revistas”. Alho-ow.
Glauco, fico com a letra “b” kkk
Obs: Fi, “gateixon” pode ser considerado um estrangeirismo? hehe
correção:
onde estava escrito “substituir o português pelo português, dentro de nossa terra, não tem nada a ver com isso”, leiam “substituir o português pelo inglês (…)”.
kkkkkkkkkkkk
Até a Art&C tá ganhando mídia aqui heim Fiaieta??
Falaram até dos nossos clientes rsrsrs… bom demais.
Mas o problema mesmo é que o tal do organizador não sabe falar português (percebe-se CLARAMENTE nas suas respostas), por isso temos de entender o cuidado que teve em usar a lingua inglesa no nome da festa. Vai ver que ele sabe mais né?! rsrsrs
E pra completar ele deve ter pego o celular (promoção do dia dos pais, deve tá cheio de creditos) e ligou pra todos os amigos pra vir deixar por aqui os seus comentários…quer que eu diga? ficou mais divertido ainda.
Bj Fiaieta!
Blzzzzzz!!!!!! kkkkkkkkkk
OBS: Tá faltando apenas o comentário da Aline Morais né? hehehe
Não vou nem me dar o trabalho de comentar a respeito de minha pessoa e minhas opiniões depois da “resposta” de Marcílio – bem como comentários de alguns idiotas que não acrescentam nada – qualquer pessoa de bom senso vê que nem vale a pena.
Só darei uma informação: não estou omitindo quem sou, aliás sou da mesma época do Neves que Fialho e o próprio Marcílio, mas graças a Deus minha conclusão nessa louvável escola (vide vários ex-alunos que também manifestaram suas opiniões aqui) se aproxima mais deste colunista que admiro – sem tietagem, por favor.
E bem como muitos colegas do Neves, não abro mão de um bom forró e nem por isso sou alienada, não tenho preconceito com absolutamente NADA, quem me conhece sabe que todo tipo de manifestação cultural me atrai, gosto desde Led Zeppelin a Bartô Galeno, depende do contexto. O que não suporto é arrogância, falta de humildade e gente de mente pequena que não faz a menor questão de evoluir e diversificar seus conhecimentos – não estou julgando NINGUÉM, que fique muito claro isso, e sim estou expondo meus conceitos e como sou.
Nara, depois dessa sua percepção da “acalorada discussão” (será que chegou a tanto??? talvez sim… blz!! kkkkkkkkkkkkkk – AMEI, heheheh) nem preciso falar mais nada a respeito… ou será que só eu também notei isso???? Espero que não!
Abraços e que a colune “bombe” sempre, rsrsrs.
meu Deus, quanta tempestade por um maneirismo em inglês. amigos,
o autor do texto, repito, não quis desmerecer a festa e sim achou de péssimo tom chamar a festa de 7 de setembro de “independe day”. apenas.. e pra muitos que não leram meu comentário, falamos sim! hip-hop, nike, microsoft pq são “marcas” ou siglas q surgiram lá fora e não há como mundar! entendam. por isso quw filaho fala “outdoor “por exemplo, mas tb usamos a palvra “placa” em seu lugar. lá na “gringa” ele falam havaianas, por exemplo.
abraço.
“vaquejada é nosso maior bem cultural”! Esta é a frase mais legal que tem aqui nos comentários. Realmente, judiar os bois, beber o dia todo, voltar bêbado pelas estradas, escutar forró eletrônico cearense, etc. É um bem cultural de relevância inquestionável…
ahahahhahaha. Meu amigo, é cada um que aparece. Nada contra o cara, nada a favor. É só minha opinião.
Foca, não confunda o Esporte Vaquejada com a Festa da vaquejada…. São bem diferentes. Ir correr na vaquejada não significa beber o dia todo e voltar bêbado pelas estradas. Ir para um “Forró” não significa que seja o eletronico cearense, é comum nas festas das vaquejadas que tenha sempre um pé de serra e outro cearense, aliás o forró eletronico cearence é bem mais próximos da gente do que o “ROQUEMRROU” e as RAVES. Isso ta parecendo mais preconceito e desinformação sua.
O Forró, seja cearense ou pé de serra, nasceu no nosso querido nordeste. .O Rock é uma mistura de blues, country e jazz. e nasceu nos EUA.
Não vamos desmerecer ninguém com justificativas que não tem fundamento, já que falamos apenas de GOSTO musical.
Mas não vamos Bolar as trocas!
Bem, esse tal de Fialho…
Eu até discutiria com ele esse assunto! O problema é que ele não tem a menor arrumação intra-cromossimial específica para discutir isso comigo. Então…
Já sabe né FiCEBOLA(como diria um amigo meu)??
eu disse antes: não gosto de muita coisa no entorno das vaquejadas, mas não se pode negar que efetivamente uma prática de nossa cultura mesmo.
ecletismos à parte, gosto de forró – de forró mesmo, com Luiz Gonzaga, Zé Dantas e companhia – mas gosto de rock tb.
Natal não é pobre de cultura: prova disso é essa discussão que não acaba nunca mas está plena de conteúdo e idéias ricas e proveitosas.
Bem já quem tantos bons redatores por aqui….
A CARRATU publicidade procura redator com experiência.
QUE FALE PELO MENOS O PORTUGUES CORRETAMENTE!! :)
Quem se interessar: 3201-0000
Falar com Ubirajara
CORRIGINDO:
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Eu já li alguns textos do Fialho. Geralmente gosto. São leves, inteligentes e bem humorados.
Concordo totalmente que foi de extremo mau gosto o nome dado ao evento. Teve gente que não entendeu e generalizou achando que ele abomina a utilização de qualquer termo estrangeiro em propaganda ou na língua cotidiana. Não foi isso que ele quis dizer, claro. O mau gosto foi EXTREMO porque era o feriado de 7 de setembro. Se fosse qualquer outra festa com o nome desnecessariamente em inglês, francês, ou… sei lá, esperanto… seria apenas mau gosto e nem chamaria tanta atenção… infelizmente já é banal.
Mas realmente o Fialho pegou pesado, pois o tom foi muito agressivo e sarcástico… insultou explicitamente o infeliz criador da pérola em questão.
Não precisava tanto. É preciso ter um pouco mais de delicadeza… e, digamos, compaixão. :-)
Deu pra dar risada.
Ótimo.
Sinceramente nunca tinha lido tantos comentarios bestas, sem recheios, sem lógicas. afinal! “Independece day” traduzido ao pé da letra, como diz nossos matutos, é: ” Dia da Independência ” e o nosso feriado nacional de 7 de setembro comemora-se o que? ” Dia da Independência!, então gente1 qual é o problema se esse tal Marcilio quis americanizar o nome da tal festa! pôxa! essa é velha né gente!!!, se voce parar um pouco e olhar ao redor do nosso mundo, digo, nossa cidade Natal, maravilhosa, está cheia de expressões em inglês, é apenas uma maneira de expressar o quanto gostariamos de saber falar inglês, já notaram que em cada esquina tem um cursinho de inglês abarrotado de neguinho querendo se dar bem em outra língua!. se liga cara! porque voce não escreve algo sobre o descaso da humanidade com o próximo? . bye.
Lendo todos esses comentários, percebi que em alguns momentos era discutida a língua e em outros momentos, a cultura brasileira. A acusação e a defesa postadas aqui me causou uma grande decepção, de início, achei que haveriam diálogos pertinentes e produtivos, o que vi foi um festival de defesa de “amigos” de dois “personagens centrais”, “Fialho” e “Marcílio”. Fialho, ao ler o seu texto inicial, fiquei muito empolgada, não vi nada de agressivo, e sim, um tom de indignação de um jovem em busca de algo mais autêntico, mas lá na frente, você me decepcionou ao mostrar o quão rasa é sua leitura em relação a cultura ao se referir a Ariano Suassuna, bem, se responder que é, uma questão de “gosto” ou ponto de vista, afirmo que não conhece a obra dele, e se atém a comentários e entrevistas ou antipatiza quando ele deve falar de alguém que você julga um grande ídolo. Marcílio, creio que ainda tem muito chão pela frente, foi tão pobre sua defesa que não vale a pena tentar um diálogo.
É preciso ler mais, o mais interessante é que ninguém falou sobre, “INDÚSTRIA CULTURAL” E “CULTURA BRASILEIRA”.
- D2 É INDÚSTRIA CULTURAL;
- ESSAS BANDINHAS DE FORRÓ UNIVERSITÁRIO, TAMBÉM SÃO, INDÚSTRIA CULTURAL, enfim, poderia listar inúmeros artistas ou falar da GLOBALIZAÇÃO, que nada tem de relação com o nome infeliz que escolheram para o tal outdoor, mas acho que isso fica a cargo de quem quiser realmente saber ou ficar no limbo. Afinal, “A IGNORÂNCIA É UMA BENÇÃO…”
Infelizmente, será preciso ainda ler muita besteira e tentar garimpar bons interlocutores por aqui. Até mais…
vc mandou super bem. ps: sou sua fã , te adoro. beijos.
[...] a segunda coluna por tratar de um tema muito datado. Quem quiser, pode relê-la (ou conhecê-la) aqui. Prefiro publicar a minha terceira crônica publicada na Digi: “Campos de Carvalho, um [...]